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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

19.- Tripartição do Pará: ¿SIM ou NÃO?

Ano 6

PORTO ALEGRE

Edição 1842

A divisão do Pará em três será objeto de inédito plebiscito organizado pela Justiça Eleitoral. Se aprovada a divisão teremos três estados: Carajás, Pará e Tocantins. Mas a quem interessa esta divisão? No balanço entre vencedores e perdedores, todos ficam com menos e quem paga a conta é o governo federal - ou seja, o contribuinte. Se forem criados os dois novos Estados, estes vão custar aos cofres públicos pelo menos nove bilhões de reais só para manter a administração dos estados.

Esta leitura parece lúcida para os que defendem a não divisão. Há, todavia, grupos que defendem – e têm consistentes argumentos (ou interesse) – a cisão.

Por distintas razões há uma ‘comunidade de leitores deste blogue no Pará’. Talvez por nos últimos anos ser queridamente recebido ali cerca de uma dezena de vezes; por meus livros circularem na região (o Alfabetização científica: questões e desafios para a Educação foi leitura em um Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência); estive inclusive virtualmente em um “Diálogos de Aprendentes” em uma de suas cidades. Mas é principalmente um estimado grupo de amigos que me liga a região equatorial.

Aqui nas latitudes mais surenhas sabemos pouco acerca dos ônus e dos bônus da tripartição. Pedi a jornalista e historiador da UFPA que escrevesse aos leitores deste blogue algo acerca do tema. Sugeri-lhe isenção. Nisso não fui atendido. O José Carneiro – com frequência comentarista aqui, escreveu um muito apreciado texto, mas, naturalmente, não mascarou opinião. Vale lê-lo. Ofereço igual espaço aqui a quem quiser argumentar em outra direção.

Essa questão, em sua essência, é absolutamente legal e legítima, posto que previsto na Constituição federal. É possível fatiar o país como se quiser, desde que obedecidas ao ritual formal estabelecido. O problema ora existente, no caso paraense, decorre dos interesses em disputa, o que acaba contaminando o processo.

A divisão proposta visa transformar a atual área de cerca de 1 milhão e 250.000 km2 em três áreas, que serão os novos estados do Pará (236.532 k2 e 78 municípios), Carajás (289.799 km2 e 39 municípios) e o Tapajós (722.358km2 e 27 municípios). Se porventura vier a ser concretizada, o novo desenho geopolítico da região apresentará três estados com características sócio-econômicas bem nítidas. O mais populoso dos três, o Pará, herdará mais ônus do que bônus, por força de uma alta demanda social e um precário perfil econômico, baseado apenas em serviços, comércio e inexpressiva agricultura de excedentes. O Estado de Carajás será a joia da coroa, por assim dizer, já que viverá em função da serra que lhe deu o nome e que continuará a despejar os minérios que sustentarão as ambições dos seus proponentes. E por fim o Tapajós, o maior de todos em extensão territorial, que terá a pujança do Amazonas a lhe banhar as terras, incrementando a agropecuária e o turismo, dois vetores importantes para o seu crescimento, sem contar a rodovia Cuiabá-Santarém que, quando concluída integralmente, será um dos vértices desse triangulo desenvolvimentista da atual região oeste do Pará.

Saindo desse lado geométrico da divisão, é preciso levar em conta a questão política que perpassa todo o processo. Os que defendem a divisão, usam sobretudo o argumento de que a atual dimensão do Pará dificulta a sua administração, induzindo os desavisados a acreditarem que um Estado reduzido é a antítese do atraso. Alagoas, por exemplo, é a prova de que esse argumento é falacioso. O que está por trás dessa pretendida divisão é um botim sobre os cargos incomensuráveis que virão a ser criados, junto com as diversas instâncias de poder que descerão sobre os novos espaços. Os lideres desse processo visam exatamente isso e nem mais conseguem esconder essa intenção, camuflada pela racionalidade e/ou modernidade administrativa. Do lado do Tapajós, o que se argumenta é que a distancia da capital inviabiliza as ações públicas de que a população necessita. É uma falácia idêntica a dos arrivistas que escolheram Carajás para intensificar a campanha pela divisão do Pará. A criação do estado Tocantins, gerador de fortunas inimagináveis baseadas na corrupção, deveria servir de motivação para que a unidade paraense seja mantida, como provavelmente será. Quem viver, verá!

Com agradecimentos ao querido amigo José Carneiro, reafirmo a oferta à leitor que queira fazer a defesa da partição. Que a sexta-feira, sinalizadora do advento de um fim de semana, seja fruída por cada uma e cada um. Um convite para nos lermos aqui amanhã com uma estelar dica de leitura.

27 comentários:

  1. Ave Chassot,

    lastimo assistir a camarilha preocupada em crirar mais nichos para saciar sua edacidade...
    Parece que não têm no que pensar. Como educação, saúde, saneamento.
    Bela blogada, acho importante evocares esta discussão.

    Grande abraço,
    Güy

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  2. ...espero que a integridade do Pará não tenha o mesmo fim do meu saudoso trema.¨¨¨¨¨

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  3. Caro Chassot,

    desde que ouvi, pela primeira vez, notícias sobre essa partição, logo inferi que, o que alimentava essa empreitada era a criação de novos cargos e penduricalhos apadrinhados pelos senhores de terras e de poder. Fico no aguardo do contraditório.

    Um abraço e boa sexta-feira!

    Garin

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  4. Caro amigo prof. Chassot:

    Em primeiro lugar registro que fiquei honrado e orgulhoso pelo destaque com que amanheci em seu blogue.
    Em segundo lugar, comunicar que recebi convite da comissão organizadora dos 50 anos do ginásio onde estudei, em Castanhal, para fazer uma palestra no dia 8 de setembro sobre a divisão do Pará. Será numa sessão solene e, claro, aceitei o convite.
    Em terceiro, torço para que alguém mais do Pará manifeste-se em seu blogue sobre a divisão.
    Em quarto, quero lhe dizer em particular que um dos riscos contidos na divisão é o surgimento, em cada um dos novos Estados, de outros "járder barbalhos", possivelmente mais pilhadores do erário do que o original. Corre na internet a lista dos principais politicos interessados na divisão e suas respectivas fichas sujas, que mais se assemelham a prontuários policiais. É a pilhagem premeditada, se me faço entender.
    Grande abraço do

    José Carneiro

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  5. Muito estimado Guy,
    desde a emancipação de um micro município ate a gestação de um mega estado como o Tocantins, usualmente são aspirações de caudilhos que querem o mando. Confesso que estou tentado a aderir a tese do ‘não’ a tripartição e. então, que não se termine com o trema.
    attico chassot

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  6. Meu caro Garin,
    vi no assunto de hoje uma ligação de ontem: uma das razões de saída de igrejas dos seios de outras é assumir o poder. Emancipações de municípios e criação de estados: criar novos clã de poder.
    Uma boa sexta-feira e obrigado pela presença aqui

    attico chassot

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  7. Meu prezado José,
    articulista que hoje assina este blogue, primeiro obrigado pelo teu texto.
    Os primeiros comentários são aderindo a tua tese. Esta mostra apenas um leve viés imperial não querendo perder a colônia: “Estado de Carajás será a joia da coroa, por assim dizer, já que viverá em função da serra que lhe deu o nome e que continuará a despejar os minérios”. Fora isso quase me convences.
    Espero uma réplica separatista. ¿Tens sugestão?
    Parabéns pela agenda no Castanhal, que pelos meus conhecimentos de geografia, se sair a tripartição, fica no estado mãe: Pará.
    Com agradecimentos pela preciosa colaboração
    attico chassot

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  8. Caro Chassot,
    o texto do José Carneiro poderia ser escrito por mim, se eu tivesse sua verve. A opinião dele coincide com a munha em todos os pontos, principalmente por que ele citou a criação do estado de Tocantins o qual se transformou numa panela de cargos os mais diversos e não resolveu qualquer problema dos habitantes da região. Assino em baixo do texto dele. Abraços, JAIR.

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  9. Querido amigo prof. Chassot:
    Eu lhe daria razão quanto ao "viés imperial" se não conhecesse os interessados e seus escusos interesses na separação, vale dizer, no butim. Mas não foi isso que me levou a esta mensagem e sim, além de registrar mais uma vez minha alegria pela presença destacada no blogue, apresentar minha alternativa ao problema. Sou contra a divisão por setecentas razões, a primeira das quais é o butim associado à corrupção (e será que podem se dissociar?) e as outras 699 nem interessam por irrelevantes. Mas proponho o seguinte, ao invés da partição do estado: criação de sub-governadorias (nada a ver com vice-governadoria) em cada uma das quase-futuras capitais, ou sejam, Santarém e Marabá. Essas sub-governadorias, articuladoras e operacionalizadoras, substituiriam com incomensurável economia de recursos financeiros, os novos parlamentos, tribunais e miriades de repartições públicas que seriam criadas nos novos estados. Eis ai a "m inha" fórmula para tornar mais presente o Estado nesses lugares ditos tão distantes. Voltarei ao tema, caro amigo.

    Grande abraço,

    José Carneiro

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  10. Meu caro Jair,
    parece que nos sureños que somos expetadores temos que aderir em nossas torcidas as tese do José Carneiro, que depois de tua postagem alinhava outras defesas.
    Obrigado por tua presença
    attico chassot

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  11. Meu caríssimo José,
    estás com adesões de peso. Veja o que escreveu o Jair. Uma provocação apenas: tuas sub-governadorias seriam resultads do loteamento para a coroa melhor controlar suas duas colônias. Claro que a coroa não quer perder suas joias. Repito: apenas uma provocação.
    A mim parece que o argumento de Tocantins é o melhor exemplo de instalação de donos do Estado no poder. Se forem criados dois novos Estados já devem existir que neles esteja de olho.
    Aguardemos novos comentários,

    attico chassot

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  12. Meu bom amigo:

    Volto a chamar atenção para o que eu disse no texto:já nos basta um Jáder Barbalho para a rapina feita. Agora é ficar de olho no galinheiro, a fim de evitar novas raposas (à la Barbalho), que já estão criadas (e espertissimas. Cito duas: Giovani Queiroz, por Carajás e Lira Maia, por Tapajós. Ambos deputados federais) e rondando o possivel banquete. Como disse, voltarei ao tema com mais vagar. Mas o debate se prenuncia bom.

    Abraços do



    José Carneiro

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  13. Nao consigo admitir que num momento em que se busca responsaveis por tantas mazelas com o dinheiro público, e agora mais a fundo nos ministérios governamentais (onde nao se tinha dúvidas de que isso era lugar comum há anos), ser queira fatiar um Estado, talvez para melhorar a ação predatória. Sou totalmente contra (pra não dizer radicalmente), pois tenho a certeza de que isso não irá melhorar as condições da educaçao, saude e segurança pública da região. Certamente há interesses políticos de melhor repartir (desviar) os parcos recursos públicos destinados às áreas essenciais. Essa realidade tem se comprovado em municipios recem emancipados no interior gaucho. JB

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  14. Meu caro Jairo,
    passo a opinião arguta de um historiador ao José Carneiro. Estva pensando: se a instalação de dois novos estados poderão custar 9 bilhões, do erário federal, todos nós brasileiros deveríamos ser chamados no plebiscito para votar.
    Com admiração
    attico chassot

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  15. Mestre, eu não tenho dados nem conhecimento adequado da região atual para opinar com profundidade. Entretanto, as últimas décadas me deixam desconfiado de qualquer proposta cuja boa fé não me pareça óbvia.
    A posição do seu convidado põe ainda mais peso nas minhas desconfianças.
    E eu recordo a farra de criação de ministérios do governo passado: funções que poderiam ser geridas por três ou quatro pessoas dedicadas, instaladas em uma sala, passaram a ter um ministério exclusivo!
    Na minha modesta opinião, apenas mais cabides de cargos para serem usados como barganha política, sendo ocupados muitas vezes por pessoas completamente estranhas ao meio gerido! Para que um ministério da pesca? E das cidades? E de direitos humanos?
    Só citei os que me vieram à memória. Talvez, breve se crie também o Ministério da Caça! E das capitais! Por que não o do futebol?
    Pelo sim, pelo não, vejo mais contras do que prós nesta idéia de divisão do Pará em três!
    Abraços respeitosos, Mestre!

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  16. Querido e inesquecível Chassot,

    Este tema é bastante polêmico. Acredito que deveria ouvir a população a respeito do tema.
    Saudades!!!!

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  17. Muito estimado Leonel,
    realmente, no cenário destes dias – quando afloram corrupções a cada dia não é possível aceitar abrir novos focos para que se instalem usurpadores.
    Entusiasma-me tua presença aqui
    attico chassot

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  18. JOSÉ CARNEIRO escreveu

    Caro amigo:

    Está posto - e bem posto - que o meu amigo ainda virtual Jairo tem toda a razão. A implantação seria uma sangria desatada nos cofres públicos. Quem lembra do Siqueira Campos, o mentor do Tocantins, que comandou toda a "ópera"? As histórias são de arrepiar frade de pedra.

    Agora em relação a você: faz todo o sentido que toda a nação se manifestasse nesse plebiscito. Nesse ponto sou obrigado a concordar com o senador Suplicy (coisa não muito fácil, você há de convir) e o Hélio Bicudo, que defendem isso mas que provavelmente não terá guarida.
    E o Duda Mendonça, ganhando já fortuna para fazer a campanha pró sim de Carajás?
    Vamos em frente.
    Grande abraço,

    José Carneiro

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  19. Muito querida Joélia,
    a população do Para responderá a plebiscito. O que parece mais razoável, que se perguntasse a todos os brasileiros, pois este é um problema nacional.
    Obrigado pela presença baiana aqui
    attico chassot

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  20. JOSÉ CARNEIRO escreveu

    Prof. Chassot:

    Leonel - a quem cumprimento - foi percuciente, límpido e claro na sua análise inicial: esse é o perigo maior que ronda a questão. É o inchaço da máquina, a serviço dos mais estapafúrdios interesses.
    Antes deste assunto vir à baila, escrevi a respeito do fatiamento do Pará em municipios. Quando cheguei em belém para estudar, em 1960, o Pará tinha 82 municipios. Hoje, tem 143, alguns dos quais com menos de 5 mil habitantes e nome esdrúxulo, como "Banacch", que era o nome da empresa que polarizou a criação do municipio. A essencia é a mesma, mais cargos, mais grana, mais poder para poucos, em detrimentos dos incautos. É por ai.
    Abs

    José Carneiro

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  21. Meu caro José Carneiro,
    veja minha pretensão: achar que eu era original em sugerir nível nacional ao plebiscito. Suplicy e Bicudo já o fizeram.
    Outra coisa: sentando a poeira estás convocados a fazer uma crônica: “¿Você já foi a Banacch?
    Tua crônica de hoje está movimentado opiniões;
    Obrigado
    attico chassot

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  22. Prezado Chassot, sendo paraense, embora radicado há muitas décadas no Rio de Janeiro, em Cabo Frio agora,além de amigo do jornalista conterrâneo, o José Carneiro, concordo com tudo que ele disse e comentou depois, além de fazer minhas, se ele me permitir, as palavras do Prof. GUY. Absolutamente de acordo, sem tirar nem colocar uma vírgula, e parabéns por ser, como eu, contra este malfadado, como eu digo, DESACORDO ORTOGRÁFICO. Parabéns Zé Carneiro.
    Saudações de Francisco Simões. (Cidadão Cabofriense desde Novembro/2001)
    Escritor, Poeta, ex radialista, expositor de Arte Fotográfica, ex cineasta, Professor, e aposentado do BB.
    www.franciscosimoes.com.br --- www.riototal.com.br --- www.sinal.org.br
    http://www.vaniadiniz.pro.br/espaco_ecos/colunas/coluna_francisco_simoes/cronicas.htm

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  23. Meu caro Attico,

    é através de teu blogue que recebo a notícia da proposta separatista do gigante Pará. Não consigo ver outro sentido senão o de interesse que alguns grupos em tomar para si o poder de uma região de potenciais riquezas e jogar para outrem as regiões que não oferecem tanto lucro.

    O que está em pauta não são as condições da população nem planos de uma atuação mais próxima. O que se coloca em jogo é uma alternativa viável de se obter mais vil metal - inclusive dos cofres públicos. Momento assim recorda-me Thoureau.

    Não será jamais o tamanho de um estado que impedirá qualidade de acesso aos elementos necessários ao bem estar de sua população, mas a má atuação de nossos representantes, que teimam em esquecer para que foram eleitos, pertuando através de nossa isenção política as cátedras no nosso cenário parlamentar.

    "Eles ficaram ofendidos com a afirmação que reflete na verdade o sentimento da nação, é lobby, é conchavo, é propina, é jeton, variações do mesmo tema sem sair do tom". (Paralamas do Sucesso)

    Grande abraço, unindo-me ao grupo anárquico do movimento negativista do desacordo tremático.

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  24. Meu querido Paulo Marcelo,
    orgulho-me deste blogue se fazer fórum desta discussão. Parece que os ‘Paralamas” na tua citação fizeram a grande síntese: é lobby, é conchavo, é propina, é jeton, variações do mesmo tema sem sair do tom".
    Não era pretensão fazer coro pró-trema, mas está aí mais um tema.
    Com agradecimentos

    attico chassot

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  25. Muito estimado Francisco Simões,
    ~~ como não tenho teu endereço, peço ao querido José Carneiro que te passe ~~
    Fico honrado que este blogue tenha desencadeado tão significativa discussões. O texto do Carneiro motivou recorde de comentários.
    Cada vez mais convenço-me na luta pela unidade do Para.
    Vamos voltar a discutir algo pró-trema.
    Encantado com tua presença aqui.
    Volte de vez em vez,

    attico chassot

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  26. Cristóvam Araújo26 de agosto de 2011 15:42

    Mestre Chassot,

    Muito bom o texto do José Carneiro. Muito oportuno e necessário também, quando se discute essa proposta de divisão do Pará que, tirada das mangas dos políticos, busca multiplicar a rapina feita aos cofres públicos.
    Como cidadão paraense, teria sido impossível ele não se posicionar a respeito. E sendo professor e jornalista tem amplas condições de travar o bom combate, não se negando a lutar pela unidade do Estado do Pará.
    Esse plebiscito trouxe de todo modo, para a população, a oportunidade de discutir amplamente sobre os problemas do Estado, conhecer melhor os políticos que foram eleitos e a realidade de miséria, oportunismo e má administração existente.
    Que todo esse processo ajude no crescimento da consciência política da população.
    Abraços,

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  27. Muito estimado Cristovam.
    É muito bom receber teu comentário, há uma semana da edição.
    O José Carneiro granjeou adeptos contra a tripartição.
    Muito obrigado e apareça aqui de vez em vez

    attico chassot

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