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segunda-feira, 23 de maio de 2016

23.- Uma Jornada paranaense


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Nesta segunda e terça tenho uma jornada no Paraná. Talvez, devesse registrar antes que, na última sexta-feira, por fidalguia da Marlis e do Fleming, meus ex-colegas do Centro Universitário Metodista do IPA, tive uma tarde de sala de aula. Não tenho omitido que a abstinência de dar aula ainda faz saudade. As aulas pelas trocas de saberes fertilizado por  diálogos é diferente do cenário das palestras. Assim foi muito boa aquela tarde de sexta que convivi com mestrandos do Mestrado Profissional de Reabilitação e Inclusão.
Minha segunda-feira será na PUC PR, onde por convite da colega Neoli Lucyszyn, do Curso de Licenciatura em Química participo do III Encontro de Química à tarde dou um minicurso: “História e Filosofia da Ciência catalisando ações indisciplinares e à noite faço a palestra: “O que é Ciência, afinal?”
Há, nestas viagens, usualmente, free benefits. O da noite de hoje será magnífico. Vou jantar com a Tile e o Otelo, há muito aquerenciados em Curitiba. Já fui avisado que o vinho será muito especial para regar o matar saudades com minha querida irmã e com meu cunhado, que foi meu colega de ginásio em Montenegro.
A terça será da UFPR Litoral. Já pela manhã terei uma viagem de Curitiba a Matinhos. Mais uma vez neste trecho saborearei a companhia do Valentim, de quem já narrei aqui, no ano passado, a história do borracheiro que se fez doutor em Química. À tarde me reúno com professores da UFPR para falarmos de algumas ações comuns para fazer alfabetização científica. À noite, participo do Ciclo de palestras de Educação em Ciências com a palestra homônima a que faço nesta segunda na PUC PR.
Na manhã de quarta, retorno à Curitiba, para então voltar a Porto Alegre, embalando uma véspera de feriado.

sábado, 21 de maio de 2016

21.- Para tempo acre, algo álacre

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Se os dias sabem a amargo, algo alegre. Assim ofereço para o fim de semana uma historieta selecionada do muito que se recebe na internet:
Há nos Correios uma pessoa especialmente designada para processar a correspondência cujo destinatário seja ilegível ou fora dos padrões autorizados.
Certo dia apareceu uma carta, cujo destinatário aparecia nessas condições, escrito por uma mão pouco firme
e onde se percebia vagamente a palavra 'Deus' no destinatário. O homem resolveu então abrir e ler a carta:
'Meu querido Deus,
Tenho 83 anos, sou viúva e vivo com uma pequena pensão mensal que me deixou o meu falecido marido. Ontem, no carro, alguém roubou a minha carteira. Tinha lá 100 euros que era todo o dinheiro que tinha até que chegue a minha próxima pensão. No próximo domingo é Natal e tinha convidado para jantarem comigo as duas únicas amigas que me restam. Sem esse dinheiro não me vai ser possível comprar nada para o jantar. Não tenho família e tu és a minha última esperança... Será que me podes ajudar?
Com os melhores cumprimentos, Maria das Dores
'
O funcionário dos Correios não pôde deixar de se emocionar com o teor da carta e mostrou-a a todos os colegas.
Cada um, com um sorriso embaraçado foi metendo a mão ao bolso e colocando no envelope 2, 3 euros. No final do dia o homem tinha conseguido juntar 96 euros, que colocou num envelope e enviou de imediato á pobre senhora.
Após o Natal uma segunda carta chegou, nos mesmos moldes e escrita pela mesma mão. Todos os colaboradores da agência se juntaram quando a carta foi aberta.
Dizia:
'Meu querido Deus,
Jamais poderei agradecer-Te o que fizeste por mim, Graças á tua generosidade pude cozinhar um jantar belíssimo e apreciá-lo na companhia das minhas duas queridas amigas.
Tivemos as três, uma maravilhosa ceia de Natal, durante a qual lhes pude contar o teu bonito gesto de amor.
Já agora aproveito para te dizer que apenas recebi 96 euros, ou seja faltavam 4...
Devem ter sido aqueles filhos da p... dos Correios que ficaram com eles... Mas não faz mal. Obrigado.MdasDores

terça-feira, 17 de maio de 2016

17.- UMA EUROVISION INDISCIPLINAR.


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Este relato ocorre ainda na oitiva dos últimos acordes da retumbante final da Eurovision2016 que ocorreu neste último domingo em Estocolmo. Refiro-me a finalíssima do Festival Eurovisão da Canção (em inglês: Eurovision Song Contest e em francês: Concours Eurovision de la Chanson) um concurso anual de canções, que ocorre há mais de sessenta anos transmitido pela televisão com participantes de diversos países cuja televisão nacional transmissora é membro do European Broadcasting Union. Desde 1956 (alguns leitores hão de remontar-se ao Festival de San Remo), o concurso é transmitido por televisão e também por rádio por toda a Europa. Recentemente, a transmissão do mesmo foi também espraiada a outros países não europeus por meio dos canais internacionais dos seus membros e também pode ser acompanhada na Internet.
Se meu leitor não assistiu abaixo há duas palhinhas. Acessando-as muitas outras amostras serão disponibilizadas. Neste registro, não cabe falar das emocionantes canções. Quero trazer acordes muito laterais.
Há alguns dias laboro, com Dimitrius Gonçalves Machado, meu ex-aluno da licenciatura em Música do Centro Universitário Metodista do IPA, textos acerca da indisciplinaridade (nas Ciências). Ainda na noite de domingo nos perguntávamos: os espetáculos apresentados não parecem ser um artefato cultural indisciplinar que poderiam ser um exemplo do que gostaríamos de fazer com as disciplinas nas quais foram fragmentadas a Ciência. 
Então, concordamos que aquelas peças reúnem som, luz, vídeo, fotografia, música, dança em artefatos indisciplinares tendo já a arte compreendido a indisciplinaridade que a ciência talvez ainda esteja por alcançar.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

12.- MAIS UM DIA AZIAGO


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Nesta manhã fria, quando na minha alma sinos dobravam tétricos como anunciando finados, ouço rojões festivos e vejo fogos de artifícios. Os coxinhas estavam jubilosos.
Então me dou conta que eles conseguiram o que buscavam desde que foi anunciado o resultado do segundo turno das eleições em 2014. Precisavam tirar Dilma da presidência. Havia gente demais ascendendo no Brasil.
Reconheçamos: são pérfidos, são vis... mas são persistentes. Neste 12 de maio eles conseguiram. Agora Temer e sua camarilha vão se locupletar. A charge de Vitor Teixeira mostra quem são os ‘homens do presidente’ que entre outros fazeres vão terminar com a universidade pública gratuita.

terça-feira, 10 de maio de 2016

10.- UM TRÍDUO NA ZONA SUL

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Estou desde a noite de domingo na Zona Sul do Rio Grande do Sul. Cheguei à Pelotas, então, com meus colegas da UFPel, Jarbas e Márcia. Na manhã de ontem, participei com mestrandos e doutorandos de uma atividade dentro da VI Semana de Conversações do Programa de Pós Graduação em Educação. Foi central uma vez mais a interrogação: “O que é Ciência, afinal?” e de como, pelo menos enquanto numa dimensão de fazer alfabetização científica, esta Ciência deve assumir posturas indisciplinares, marcadas pela incerteza.
Na tarde de ontem, vim de Pelotas à Rio Grande, para na FURG — é no campus desta universidade que redijo esta postagem — participar do minicurso “História e Filosofia da Ciência catalisando ações indisciplinares” na Escola de Química e de Alimentos. Este minicurso começou na manhã de hoje e se concluirá amanhã.
Assim nestes três dias estou nas duas maiores cidades da Zona Sul e em duas das mais importantes universidades gaúchas: UFPel e FURG. Aliás, uma e outra antípodas em termos de concepção física de campus. Uma recupera prédios históricos para fazê-los espaços acadêmicos e outra faz germinar prédios em terreno até então ainda virgem.