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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

26.-Boas e más razões para acreditar


ANO
 11
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EDIÇÃO
 3210

Na semana que passou, em dois momentos, citei a excelente carta* que Richard Dawkins (26MAR1941, Nairóbi / Quênia) envia a sua filha Juliete, quando ela faz 11 anos. A primeira citação, em uma das falas na UFSC, Campus Blumenau e a outra em seminário do Mestrado Profissional de Reabilitação e Inclusão do Centro Universitário Metodista do IPA. Provavelmente a citarei, uma vez mais em uma das falas que terei nesta quinta-feira na Unijui.
A carta está no livro O Capelão do Diabo (São Paulo: Companhia das Letras, 2005) e nela o pai mostra à filha, boas e más razões para acreditar, destacando o que se acredita marcado pela Tradição, pela Autoridade e pela Revelação.
O texto se encerra assim: [...] E, da próxima vez que alguém lhe disser que uma coisa é verdade, por que não perguntar: “Que tipo de prova há para isso?”. E, se ela não puder lhe dar uma boa resposta, eu espero que você pense com muito carinho antes de acreditar em qualquer palavra daquilo que foi dito, de seu querido Papai
Lembrei-me de Dawkins ao ouvir procurador pregador-batista a acusar por que ele acha, mas não tem provas. Ele certo nunca leu o renomado darwinista, pois o bom moço do PowerPoint deve ser daqueles que acredita, mesmo não tendo provas, nas digitais do criador presentes no barro que ele usou para moldar Adão.
*Esta carta está disponível em vários sítios na rede. Por exemplo, em: http://www.culturabrasil.pro.br/dawkins_to_juliet.htm.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

21.- Inaugurando a Primavera em Blumenau

ANO
 11
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EDIÇÃO
 3209

Nesta quinta-feira inauguro a Primavera com atividades no UFSC no campus de Blumenau, em dois eventos distintos. Antes de trazer informações de um e outro de meus fazeres, quero desejar a meus leitores uma florida e agradável primavera. Àquelas e àqueles que me leem e vivem do Hemisfério Norte faço votos de um radioso outono.
 À tarde tenho atividades no Programa de Formação Continuada  - PROFOR onde no curso "MOVIMENTOS CURRICULARES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE: (DES)CONTINUIDADES" desenvolverei o tema  -  História e filosofia da ciência catalisando ações indisciplinares, por convite da Profa. Dra. Zenira Maria Malacarne Signori
À noite estarei ministrando um seminário no III Semana Acadêmica das Licenciaturas da UFSC Blumenau, convidado da Profa. Dra. Ana Carolina Araujo da Silva.
Nesta segunda-feira ocorre o lançamento do Paedagogica Farmacopoeia de meu colega e amigo Guy Barros Barcellos. Impossibilitado de estar no evento, já me comprometi com o Guy — e ratifico publicamente aqui — trazer brevemente uma resenha. Pelo anúncio ao lado é possível prever desafios que o livro há de trazer à Educação, em tempos que se busca uma Escola sem mordaças.

domingo, 18 de setembro de 2016

18.- Em tempos de turbulências globalizadas


ANO
 11
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EDIÇÃO
 3208

Na última segunda-feira, houve a quarta conferência da edição deste ano do Fronteiras do Pensamento. Tivemos o privilégio de ouvir, então, a reconhecida intelectual francesa, Elisabeth Roudinesco, uma das maiores especialistas em história da psicanálise. Ela transformou a complexa doutrina freudiana em matéria-prima para best-sellers, como a História da Psicanálise na França. Biógrafa de Jacques Lacan e de Sigmund Freud, a intelectual francesa acredita que a psicanálise deve evoluir no mesmo ritmo das mudanças que transformam o mundo.
A grande virada dos tempos contemporâneos, marcados pela crise da democracia e do individualismo, foi a temática central da conferência. Roudinesco se disse “pessimista por inteligência e otimista pela vontade. A inteligência acompanha frequentemente o pessimismo. Porque toda forma de reflexão digna desse nome supõe que a gente adote uma distância crítica em relação à realidade e que não se deixe enganar". No entanto, segundo Roudinesco, o perigo está em permanecer no pessimismo da inteligência e considerar que apenas o mundo do passado era melhor. “Dessa forma, a gente se condena a nenhuma vontade de agir para mudar o curso da história. E substitui o pessimismo da reflexão por uma aversão."
A grande virada seria, assim, a morte de algo antigo que ainda não foi substituído pelo novo. A atualidade é marcada pelas turbulências globalizadas que ameaçam a Europa com desvios totalitários, pelo descrédito na política tradicional e pelo sentimento de perda de representação social. Há um crescente anseio por mudanças, mas de rumo incerto.
Luciana Thomé produziu um bem elaborado resumo da conferência em www.fronteiras.com/resumos

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

14.- A Ciência é masculina? É, sim senhora!

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ANO
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EDIÇÃO
 3207

Nesta quinta-feira vou pela terceira vez a UFPR-Litoral em Matinhos, no Paraná, para atividades instigado pelo mote: A EDUCAÇÃO é a nossa praia.
A UFPR Litoral, Setor da Universidade Federal do Paraná, promove a educação superior no litoral do Paraná visando o desenvolvimento humano e local. Instalada em Caiobá, no município de Matinhos, suas ações chegam aos sete municípios litorâneos e se estendem ao Vale do Ribeira, regiões que historicamente foram desacreditadas e ainda apresentam grande fragilidade social e econômica. O projeto UFPR Litoral se tornou viável pela parceria entre a Universidade Federal do Paraná, os Governos Federal e Estadual, com o apoio das prefeituras locais.
Vou participar da II Semana Acadêmica de Licenciatura em Ciências e da I Semana Acadêmica de Licenciatura em Educação do Campo com Ênfase em Ciências da Natureza que está ocorrendo no período de 12 a 16 de setembro. Na noite desta quinta-feira faço uma de minhas palestras mais polêmicas e também das mais solicitadas: A Ciência é masculina? É, sim senhora! Já a proferi em praticamente todos estados do Brasil e em outros seis países. O livro homônimo — que subsidia minha fala — lançado em 2003 e no ano passado começou a circular a 7ª edição atualizada.
Partindo do princípio de que não somos sociedades machistas por acaso, são analisadas três vertentes que nos constituíram como humanos no mundo ocidental: a grega (os mitos e a filosofia), a judaica (cosmogonia e a torá) e a cristã (Apóstolo Paulo e outros doutores da Igreja Cristã). Discute-se as (des)contribuições destas três raízes que nos fizeram assim. A Ciência não é uma exceção e também a filosofia, a arte, a religião e o esporte evidenciam marcas machistas.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

09.- Cenas que sabem Temer


ANO
 11
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EDIÇÃO
 3206

Notícia dos jornais nesta sexta-feira: Os contratos de trabalho poderão passar a ser feitos em horas, com jornadas diárias de até DOZE horas...
... enquanto isso, eis o cotidiano de um lar brasileiro desde o macabro 31/AGOSTO/2016.
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Vale ouvir e divulgar a homilia de Dom Angélico Sândalo Bernardino na Missa de 07 de Setembro de 2016 no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.