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quinta-feira, 28 de julho de 2016

28.- Despedindo o XVIII ENEQ


ANO
 10
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 3194

Quase ao ocaso desta quinta-feira deixo Florianópolis. Desde segunda, como contei, então, participo do XVIII Encontro Nacional de Educação Química, na Universidade Federal de Santa Catarina. Durante 3,5 dias, motivado pela repetida lembrança acerca d’Os desafios da Formação e do Trabalho do Professor de Química no mundo contemporâneo mais de dois mil educadores de todo o Brasil participaram do evento muito bem organizado e executado pelos colegas catarinenses. Mais da metade dos participantes eram jovens alunos de graduação — o que entusiasma pelas possibilidades de continuação de uma caminhada que começamos em 1982, na Faculdade de Educação da Unicamp e repetimos desde então a cada dois anos nos anos pares.
Mesmo que se possa contestar a eficiência destes megaeventos encontros presenciais parecem estimular afetos. É muito bom rever amigos alguns presentes nas ações de fazer Educação com as Ciências há três décadas outros mais recentemente juntos. Há também um número muito significativo daqueles que aqui estão em ENEQ pela primeira vez, mas com os quais tivemos presente como referências no início de suas caminhadas na academia.
Minha participação se deu com a ministração do minicurso Do rigor cartesiano disciplinar à indisciplinaridade feyerabendiana nas manhãs de terça e quarta para mais de sessenta participantes, marcados pela instigação na trazida de questões muito relevantes.
Participei nas tardes dos mesmos dias de duas muito concorridas e discutidas rodas de conversas: Interdisciplinaridade escolar e ensino de ciências com organizada por colegas das universidades federais de Juiz de Fora, Ouro Preto e Brasília e Desafios multi e interculturais da formação e do trabalho do professor de Química com colegas das universidades federais de Mato Grosso e Sergipe.
Estas atividades foram entremeadas com a assistência de palestras, mesas redondas e assembleias da Divisão de Educação Química da SBQ e a isso se adite muita conversação informal, refeições, dezenas de autógrafos e centenas de fotos que já circulam nas redes sociais uma das qua
is ilustra esta edição.
Deixo Florianópolis gratificado com muito queridas manifestações de apreço às quais reservo, ainda, a perspectiva de estar antes de ir ao aeroporto com a Clarissa e o Carlos e minhas queridas netas Maria Clara e Carolina.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

25.- A partir de hoje o XVIII ENEQ

 

ANO
 10
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EDIÇÃO
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No começo desta tarde viajo para Florianópolis. Hoje à noite, inicia o XVIII Encontro Nacional de Educação Química, na Universidade Federal de Santa Catarina. O mote que balizara as de centenas de educadores até a próxima quinta-feira é: Os desafios da Formação e do Trabalho do Professor de Química no mundo contemporâneo.
Por ter estado em todos eventos anteriores, não há como não ser saudosista e evocar, mesmo que de uma maneira panorâmica, cada um deles.
No histórico dos ENEQs recordamos primeiro, em 1982, na Faculdade de Educação da Unicamp. A partir de então, em todos os anos pares foram realizadas outras dezesseis.
O segundo ENEQ foi em 1984, em São Paulo, na USP; o terceiro, em 1986, em Curitiba, na UFPR; o quarto, em 1988, mais uma vez em São Paulo, na USP; o quinto, em 1990, em Porto Alegre, na UFRGS e o sexto, em 1992, novamente na em São Paulo, USP. O sexto foi o último que ocorreu dentro das reuniões anuais da SBQ e da SBPC, que então já realizava sua 42a RA. O sétimo, em 1994, em Belo Horizonte, na UFMG (Os mineiros foram os primeiros que organizaram um encontro sem ter a infraestrutura da SBQ e SBPC. Do VII ENEQ, ficou aquela que hoje é a realização maior dos educadores envolvidos no ensino de Química, a revista: Química nova na escola; o oitavo, em 1996, saímos pela primeira vez do sudeste e sul e fomos a UFMS, em Campo Grande; o nono, em 1998 em Aracaju; o décimo, em 2000, em Porto Alegre, na PUC RS (Esta edição ocorreu junto com o XX EDEQ, e II ELEQ, de 11 a 15 de julho de 2000; o tema central foi “A educação em Química pela pesquisa: um desafio para a sala de aula”, e contou com 912 participantes); o décimo primeiro, em 2002, em Recife na UFRPE (pela primeira vez, o ENEQ não foi em julho, pois novamente o calendário das universidades federais foi violentado devido a uma extensa greve em 2001); o décimo segundo, em 2004, em Goiânia na UFGO; o décimo terceiro, em 2006 em Campinas na UNICAMP; o décimo quarto, em 2008 em Curitiba, na UFPR; o décimo quinto, em 2010, em Brasília, na UnB o décimo sexto, em 2012, realizado pelas IES Baianas UFBA, UFRB, ENEB, UEFS, UESC, UESB. O XVII ENEQ foi realizado na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). E... a partir de hoje estamos na bela capital de Santa Catarina.

domingo, 24 de julho de 2016

24.- EDIÇÃO ESPECIAL com boas novas

ANO
 10

EDIÇÃO ESPECIAL
EDIÇÃO
 3192

Esta é uma edição especial deste blogue destinada a ratificar o anúncio de criação, na última quinta-feira, dia 21, da página MESTRE CHASSOT no Facebook. A inauguração mesma está prevista para o próximo dia 30, data em que o mestrechassot.blogspot.com completa dez anos.
A ela junta-se também um canal exclusivo no Youtube.  Estas distintas mídias querem ser espaços para ajudar a disseminar alfabetização científica
Agradeço as adesões que a nova página vem recebendo.

sábado, 23 de julho de 2016

23.- FATALIDADE! O que é isso?

ANO
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 3191

Assunto não é amigável a um fim de semana. Fujo ao conselho: as amargas, não!
 Usualmente, por rádio ou jornal recebemos uma catadupa de notícias ruins. Nesta quinta-feira demônios estavam em festa por aqui. Fico apenas no regional: sete homens morrem em um incêndio em um centro de recuperação na região metropolitana, pois as saídas estavam cadeadas; acidente de trânsito mata três próximo a Frederico Westphalen; jovem criador de galinhas, na região colonial tem foto em primeira página, sendo embarcado em avião pois se comunicara com simpatizantes do Estado Islâmico e poderia estar associado à ataque terrorista planejado para as Olimpíada; não sei quantos são assassinados em homicídios, usualmente relacionados à droga. Mas uma notícia me embarga. É, a meu juízo, a mais fatal.
Vou ao Priberam — que vejo ser o dicionário da Língua Portuguesa mais consultado na internet: mais de um milhão de acessos diários, destes eu reivindico ao menos 10 a cada dia — e consulto o substantivo: fatalidade.
1. Força que predispõe os acontecimentos. 2. Destino inevitável. 3. Qualidade de fatal. 4. [Figurado] Grande desgraça (que influi em sucessos futuros).
Amplio minha consulta leio também o adjetivo de dois gêneros: fatal
1. Que necessariamente há de acontecer; que não podia deixar de acontecer. = INELUTÁVEL, INEVITÁVEL, INFALÍVEL 2. Decidido pelo destino. = FATÍDICO 3. Que causa morte. = LETAL, MORTAL, MORTÍFERO 4. Que causa danos. = CALAMITOSO, FUNESTO, NEFASTO, PREJUDICIAL 5. [Direito] Improrrogável, irrevogável.
Mesmo que não creia haver uma força que predisponha acontecimento que necessariamente há de acontecer convenço-me que a tragédia que me comove é a mais fatal. A citação de demônios no introito foi um blague.
Foi uma fatalidade que aconteceu a Tatiane Duarte da Silva, 34 anos, mãe de dois meninos de 14 e 4 anos e há 18 casada com um vigilante, ora despregado. Ela trabalhava há 15 anos em padaria no centro de Porto Alegre. Como morasse na zona rural, saia de casa pelas 4 horas, pois começava a trabalhar às 6h. Nesta quinta, saiu do seu local de trabalho para ajudar a uma amiga da loja ao lado e uma marquise de prédio em reforma cai sobre ela. Morre instantaneamente, à vista da mãe que trabalha na mesma padaria.
O marido faz sofrido lamento. “Tatiane era meu chão. Sempre me dizia> ‘Vai a busca do teu sonho que eu seguro as pontas!’ Perdi meu braço forte. Ela era um anjo.”
Já tinha pré-postado esta edição quando, na noite de ontem soube, que mais uma senhora, de 59 anos, ferida pela queda da mesma marquise, faleceu ontem, não resistindo aos ferimentos. Ela viera de Triunfo para visitar familiar hospitalizado na capital.
Releio as acepções para fatalidade (e mais uma dezena de sinônimos: fado, tragédia, revés, infortúnio, flagelo, desgraça,catástrofe, calamidade, adversidade, fatalismo) e para fatal. Então questiono: talvez, demônio existe mesmo? Concluo que anjo da guarda, para quem muito rezei “Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador se a ti me confiou a Piedade divina....” não deva existir.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

22.- Celibato e pedofilia na Igreja Católica


ANO
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EDIÇÃO
 3190

Seria uma frágil desculpa, se creditasse ao frio glacial que tem nos assolado nos últimos dias, estar esparsando (acreditava que houvesse o verbo esparsar, na acepção de tornar esparso; assim: leia-se espaçando) as edições deste blogue, mesmo no mês de seu décimo aniversário. Há dois dias recebi o anúncio de mais uma postagem do Espaço Acadêmico — um dos melhores blogues que conheço. Assuntava acerca do excelente filme Spotlight – Segredos revelados, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2016, que há um tempo me instigou. 
Asseguro que é esclarecedor. Vale a pena.