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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

19.- Mais um EDEQ


ANO
 13
Livraria virtual
Www.professorchassot.pro.br
EDIÇÃO
3380
No dia do professor (segunda, 15/10) fiz minha quase estreia no Instagram com a postagem: Em um Dia do Professor é oportuno comparar currículos. Aos brasileiros estão sendo oferecidos dois: um deles é bacharel em Direito, mestre em Ciências Políticas, doutor em Filosofia e Professor da USP. O outro parece ter um curso de paraquedista no glorioso exército nacional. Eu já escolhi o meu. E tu?
Uma foto não muito acadêmica, o ensejo de cumprimentar o professor oferecido a milhares de ex-alunos é a facilidade de responder o interrogante que conclui a pergunta catapulta em cerca de quatro horas a 700 curtidas (já no dia seguinte ultrapassa mil) e mais de 100 comentário.
Ao começar o dia de hoje postava: Nesta quinta e sexta-feiras (18 e 19) participo do 38º EDEQ - Encontro de Debates sobre o Ensino de Química. Vivo uma emoção muito especial por ter ajudado a fundar este evento que há 38 anos reúne, a cada outubro, mulheres e homens voltados à E química. Mesmo sendo um evento estadual é significativo que desde as primeiras edições há a participação de colegas de outros estados.
Na sessão solene de abertura na quinta foi solicitado que eu fizesse uma fala acerca da história do evento que teve sua primeira edição em 1980. Disse que seria indisciplinado e que ao invés de falar do passado era urgente que falasse do presente e fiz então uma breve análise do que temos pela frente até o dia da votação do segundo turno da eleição presidencial mostrando as diferenças entre os dois candidatos.
Fui extensa e intensamente aplaudido por um auditório de cerca de 400 pessoas.
Lamentavelmente não podemos nos iludir acerca do lócus onde ocorreu esta fala, pois à noite ao ouvir resultados das últimas pesquisas acerca senti-me como se tivesse feito uma pesquisa acerca do aborto em um convento de carmelitas ou seja a amostra que me aplaudiu não representativa da situação nacional.
É lamentável que mesmo entre professoras universitárias haja aquelas que vão votar com o coiso. Isto me parece simplesmente incrível.
 Na manhã desta sexta-feira ministrei a segunda parte de minicurso iniciada ontem. Assisti uma mesa redonda: O uso de tecnologias para incluir e excluir no ensino de Química, onde ao final para minha foi muito significativo destacar a intervenção de meu ex-aluno Prof. Dr. Marcelo Eichler da UFRGS. A tarde assistia a uma sumarenta roda de conversas com pesquisadores de Educação Química.

Livros (a completar)
No encerramento do evento recebi uma emocionante homenagem pelos meus 38 anos de Edeq. O Prof. Dr. Guy Barros Barcelos emocionou ao auditório e a mim. Algo inarredável aqui. Eu agradeci retornando a minha fala na abertura na manhã de ontem.
Agora já combinamos que 24 e 25 de outubro de 2019 no encontraremos na Univates em Lajeado.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

12.- Um Quixote no coração da África.


ANO
 13
Livraria virtual
Www.professorchassot.pro.br
EDIÇÃO
3380

 

A redação desta blogada, em feriado nacional, ocorre desde Inhumas, durante uma jornada goiana. Cheguei em Goiânia na segunda-feira à tarde, sendo acolhido pela professora Danila Mendonça. Viemos direto em Inhumas onde já na noite de segunda tive uma atividade no curso de licenciatura em química do Instituto Federal Goiano. Na terça-feira as atividades foram bastante díspares. Pela manhã dei aulas para uma turma do primeiro ano do ensino médio técnico em Química. À noite proferi palestra que teve como subtítulo REFLEXÕES APÓS UM DOMINGO AZÍAGO e propus uma reflexão decorrente dos resultados das eleições onde o continuado fora Temer parecia que quase exigia a transformar-se em fica Temer ante as ameaças decorrentes dos resultados das eleições.
Na quarta-feira fomos à Goiânia para proferir mais uma palestra Universidade Federal de Goiás para professores, doutorandos e mestrandos do Programa de pós-graduação em ensino de Ciências e Matemática e para alunos das licenciaturas. Nesta atividade o mote foi o mesmo da palestra de terça-feira refletindo acerca dos novos tempos que ameaçam a Democracia. Há que falar agora, pois não sabemos o cerceamento a que estaremos submetidos a partir de 01 de janeiro de 2019.
Atividades na UFG se encerrou com concorrida sessão de autógrafos e muitas fotografias. Neste fim de semana estendido aproveitarei para fazer um turismo na histórica cidade Goiás Velho. Na semana que vem estarei envolvido aqui em palestra e minicurso na Semana Nacional da Ciência e da Tecnologia voltando a Porto Alegre para nos dias 18 e 19 participar na Ulbra em Canoas de mais uma edição do Encontro de Debates acerca do Ensino de Química. 38EDEQ
Na última blogada fiz uma ligeira referência aos anúncios dos Prêmios Nobel. Referi, então: “esta manhã foi anunciado o Nobel da Paz para um homem e uma mulher”. Ouvira a notícia ao desembarcar de Uber chegando à rodoviária. À noite, ouvindo a notícia de que o Nobel da Paz 2018 era para ativistas que lutam contra violência sexual como arma de guerra: Médico Denis Mukwege tratou com sua equipe de cerca de 30 mil vítimas de violência sexual na República Democrática do Congo. Já a ativista Nadia Murad é sobrevivente da escravidão sexual imposta pelo Estado Islâmico no Iraque Ao ouvir o nome de Denis Mukwege, tive uma surpresa que vale trazer história relatada por este blogue em 28 de junho de 2010.
Denis Mukwege: um herói ou um santo. Denis Mukwege é médico, formado no Burundi. Este é um pequeno país de África, que foi colônia belga, encravado entre o Ruanda a norte, a Tanzânia a leste e a sul e a República Democrática do Congo a oeste. Neste país se encontra a nascente do Rio Nilo. É o país mais pobre do continente africano mesmo tendo um solo muito rico em riquezas minerais, como coltan [Coltan é um mistura de dois minerais: Columbita e Tantalita. Em português essa mistura recebe o nome columbita-tantalita. Da columbita se extrai o nióbio e da tantalita, o tântalo], ouro e outros minerais.
 Nascido em 1955, Denis Mukwege é um dos nove filhos de um pastor pentecostal que visitava hospitais para rezar com os pacientes. Quando pequeno, acompanhava o pai nestas jornadas e, desde então, descobriu que gostaria de ajudar estas pessoas, não apenas espiritualmente, mas também na prática. Estudou medicina no Burundi e lá permaneceu no auxílio a mulheres grávidas. Muitas morriam porque demoravam a receber atendimento adequado ou eram transportadas em jumentos durante o trabalho de parto. Ele já tratou mais de 21 mil mulheres vítimas de violência sexual durante os anos de guerra na República Democrática do Congo.
Posteriormente Dr. Denis Mukwege se especializou em ginecologia no Centro Hospitalar Universitário de Angers, na França. Fundou o Hospital de Panzi, onde ainda é diretor e se dedica ao tratamento de mulheres grávidas e vítimas de exploração sexual. É a maior autoridade do mundo em reparação de genitais femininos, devido a MGF (assunto de ontem aqui) e coordena programas de HIV/AIDS.
Foi condecorado com prêmios como o Olaf Palme, concedido pela Suécia a pessoas que se destacam na realização proeminente da paz, e o Prêmio Direitos Humanos das Nações Unidas. Em 2008, recebeu do jornal nigeriano Daily Trust o título de Africano do Ano e, em 2009, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz, mas foi preterido – pasmem! – pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
Ele não apenas ajudar as mulheres, mas ele começou a defender o direito das mulheres e das famílias nas aldeias de Kivu do Sul, cuja vida está em risco por causa de forças externas que exploram Burundi para extrair as riquezas minerais. São essas que fazem a infelicidade da região, devido às guerras mobilizadas pela ganância de mineradoras. Dr. Mukwege diz: "Nós não queremos dinheiro, precisamos de paz no nosso país".
Dr. Denis Mukwege foi apelidado o Anjo da Bukavu pelo trabalho que como ginecologista, realiza em Bukavu, no sul de Kivu, leste do Congo, em uma área rural do sul do Kivu. 10 anos atrás, ele teve que fugir da região e seu hospital foi incendiado durante a guerra. Dr. Mukwege deu início a um novo hospital de Bukavu. Ele abriu uma maternidade, mas sua primeira operação não foi uma cesariana, mas em uma mulher que vítima de guerra – estuprada por soldados e com grandes lesões de seus órgãos genitais. Dr. Mukwege salvou sua vida e sua dignidade foi restaurada. Desde então ele não parou de lutar pela sobrevivência das mulheres na comunidade. Ele desenvolveu um excelente centro destinado a ajuda de mulheres estupradas; Cerca de 3.600 mulheres são tratadas neste centro por ano. Ele treinou jovens médicos nesse tipo de cirurgia e desenvolveu uma rede social de apoio psicológico para s mulheres que muitas vezes não podiam voltar para casa em suas aldeias por causa da guerra. o Século 21".
 É significativa a futurição feita por este blogue há oito anos. Era tempo de Copa do mundo na África do Sul.
Após a publicação do blogue antes transcrito este recebe este comentário: “Caro professor Chassot, é com muita alegria que leio seu comentário sobre o Dr. Mukwege e de minha matéria no Caderno Cultura de ZH. Lá no meio da África conheci esse homem que praticamente restaurou minha fé na humanidade, quando quase a perdi. No momento que presenciava, no Congo, a mais brutal dessacralização do ser humano, Dr. Mukwege no seu exemplo simples e amável mostrou-me a sua corajosa incondicionalidade na busca da dignidade humana. No Brasil era absolutamente desconhecido. Iniciei minha luta para se fazer ouvido no Brasil, criei um blog para divulgá-lo em instituições culturais que pudessem viabilizar meu sonho. amanipucrs.blogspot.com/ - Amigos, grandes amigos me ajudaram neste intuito e a partir de pessoas sensíveis aos problemas do Congo, do Dr. Mukwege e aos nossos próprios problemas como ser humano o indicaram para conferencista no Ciclo de Palestras Fronteiras do Pensamento. Nos dias que o acompanhei no Brasil, ele depositou muita esperança que sua visita reverta em ações concretas dos brasileiros em relação ao Congo. O nome de meu Blog: Task Force. Agora a Força Tarefa continua com mais vigor e o convido para fazer parte deste esforço. Antecipadamente, agradeço sua atenção, um abraço, Milton Paulo de Oliveira
Permito-me uma ilustração a meus leitores. O dr. Milton Paulo de Oliveira é cirurgião plástico gaúcho, que em 2008 foi à República Democrática do Congo, região central da África, como integrantes de uma missão humanitária organizada pelo grupo Smile Train (Trem do Sorriso), que se dedica a atender portadores de fissura labiopalatina (popularmente conhecida como lábio leporino) e operou junto com o Dr. Denis Mukwege. No caderno Cultura de Zero Hora de 26 de junho ele publicou ‘Um Quixote no coração da África’, emocionante relato de sua experiência na África. Esse texto está na integra em docmilton.blogspot.com
A partir http://amanipucrs.blogspot.com/ visitei diferentes blogues mantidos para dar visibilidade ao trabalho realizado na África e para continuar desde Porto Alegre apoiando ações em território africano. Também pude ver esforços realizados para trazer o Dr. Mukwege a Porto Alegre. Depois de minhas leituras, em resposta, postei no blogue, em 03 de julho de 2010, em  resposta ao comentário no blogue: “Muito estimado doutor Milton Paulo de Oliveira, nesses quase quatro anos de blogueiro diário, muito provavelmente nenhum dos comentários postados no meu blogue tenha me emocionado tanto quanto o recebido neste sábado. Tão logo li, reparti com a Gelsa as emoções, pois fora com ela que, há uma semana, secamos lágrimas ao ler seu texto ‘Um Quixote no coração da África’ no caderno Cultura de Zero Hora. Se o Dr.Mukwege restaurou sua fé na humanidade, seu texto de sábado mostrou a muitos algumas tentativas de reparar parte desse doloroso quadro africano que nós brancos submetemos há séculos à África. Visitei seus três blogues. Há relatos comoventes. Aquele que conta sua visita ao Dr.Mukwege e esposa tem muita ternura. Mostra o quanto ao lado do médico há no senhor também um educador freiriano. Agendei para próxima semana fazer uma blogada acerca de alguns aprendizados que colhi com as visitações que fiz essa manhã. Obrigado, Professor, ofereço minha admiração emocionada, attico chassot
Meu comentário não ficou sem resposta e trago aos meus leitores excertos de mensagens que trocamos também para que conheçam mais o trabalho do médico gaúcho e sua equipe no Hospital São Lucas da PUC: “Professor Chassot, muito obrigado pelo seu retorno! Ao lê-lo ontem, à noite, percebo que existe uma linguagem universal regida pelo nosso coração! [...] Ernesto Sábato, grande e maravilhoso argentino, escreveu que devemos escrever o que dentro de nós torna-se insuportável e como um grito colocássemos para fora. Talvez, as palavras de Sábato tenham-me orientado, sem contudo não percebê-las. Essas palavras, por dois anos, mantiveram-se comigo. Construí um pequeno blog para ajudar-me em meu sonho de trazer Mukwege ao Brasil, mas ao aproximar-se o dia de sua chegada, meu sentimento em relação à África, a viagem, a Mukewege, a guerra e suas atrocidades estavam muito grandes para suportá-las sozinho. É com muita alegria, que percebo a emoção causada pelo meu texto. Nem no meu maior sonho, poderia imaginar a solidariedade e o amor recebido por pessoas como o senhor e sua esposa. O título do blog usado para Mukwege - Task Force - tornou-se a síntese desta história, pois como toda Força Tarefa há um objetivo e um grupo. Perseguir utopias, talvez seja meu maior objetivo e não há sentido fazê-lo. Então, também o convido em fazer parte de nosso grupo Task Force para ajudar Mukwege e sua luta pela dignidade humana. Um grande abraço do seu já amigo Milton Paulo”.
Eu não poderia ficar indiferente a tão distinguida oferta de amizade. Não é apenas o trabalho do Dr. Mikwege que precisa de nossa adesão irrestrita. O que é feito aqui próximo de nós e precisa ser conhecido. O Dr. Milton Paulo não foi apenas à África ajudar a restaurar a dignidade a seres humanos. Empenhou-se, com muito sucesso, para trazer Anjo de Bukavu à Porto Alegre e mais continua com ações solidárias aqui. Assim, escrevi: “Meu caro Milton Paulo— teres me colocado como amigo autoriza tutear-nos — primeiro obrigado por teu retorno e o fazes evocando Ernesto Sabato, que ouvi já nonagenário, em uma memorável noite chuvosa de 2002 em El Ateneo, em Madrid. Não conhecia esse dito que trazes dele com apropriação. Permito-me imaginar a alegria que se apossou de ti vendo recompensada teu maravilhoso envolvimento de trazer à Porto Alegre o Dr. Mukwege, um desses novos ‘santos’ que ressuscitam a dignidade humana. Teu texto, eu sei de depoimentos, emocionou a muitos.
Vou envidar esforços para ajudar divulgar o grupo Task Force, ao qual adiro ante teu honroso convite. Este blogue, que recebe um pouco mais de meia centena de visitas diárias, nesta semana fará uma edição especial para divulgar o grupo e se põem dentro dos seus propósitos de fazer alfabetização científica, numa concepção muito ampla do termo.Com amizade e renovada admiração, attico chassot”
Assim essa blogada, tecida por estas mensagens quer catalisar meus leitores para que conheçam os esforços do grupo Task Force, cujo blogue é acessível em amanipucrs.blogspot.com Alí, se pode conhecer algo do esforços de porto-alegrenses, irmanados na ajuda ao trabalho do Dr. Mukwege, Um Quixote no coração da África. No endereço do grupo Task Force há possibilidade de preciosos (e, às vezes dolorosos) aprendizados sobre África, como por exemplo: A alta tecnologia está ligada à guerra e à barbárie não apenas por meio da indústria de armas. Computadores, celulares e outros equipamentos eletrônicos podem ser parte de uma trágica conexão entre tecnologias avançadas e o sofrimento humano, o trabalho escravo e guerras intermináveis. Parece exagerado? Consulte o blogue indicado.


sexta-feira, 5 de outubro de 2018

05.- Uma semana agônica




ANO
 13
Livraria virtual
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EDIÇÃO
3379

 

 Fui ao Priberam para adjetivar esta semana que parece não findar. Finalmente chegou a sexta-feira e podemos dizer que o calvário há de terminar depois de amanhã. Talvez, surja então um maior.
Foi uma semana onde uma esterilidade intelectual se espraiou em busca dos mais recônditos sulcos parecendo anestesiar pensamentos. Feridas cicatrizadas voltaram a sangrar... Não sei como chegaremos ao (talvez, melhor: como viveremos o) anoitecer do primeiro domingo de outubro.
Já voto há 60 anos. Já amealhei emoções eleitorais. Lembro quando fiz o meu primeiro título de eleitor na Sociedade Gondoleiros, no Quarto Distrito na avenida Eduardo (já se chamava então, Presidente Roosevelt, em gratidão aos Estados Unidos que ajudaram a região grande enchente de 1941). Nesta mesma avenida, na esquina com a rua Ernesto Fontoura, ficava o Bar Caçula, local de meu primeiro emprego em 1958. Meu primeiro local de votação foi o colégio Concórdia, no qual fui professor e retornava do mesmo em ônibus em 31 de março de 1964, quando soube do golpe. Agora querem golpear a democracia de novo.
Esta semana na qual, como muitos,
procurava meu título de eleitor, encontrei o título de eleitor (na imagem) de meu avô materno, o agricultor Pedro Paulo Volkweis Filho que nascera em 1872. Certamente ele não teve as emoções fortes que estamos tendo neste memorável pleito do próximo domingo.
Engajamento político das mulheres se torna fenômeno de resistência social muito impressionante. As manifestações em todo Brasil e em muitas cidades do exterior repudiaram o coiso de maneira fragorosa. Fazia tempo que as ruas não acolhiam estas manifestações. Há situações inenarráveis.
Os aparentes disparates acerca de armar a população não são retificados. São ratificados. A ditadura torturou? Sim. Mas, foi pouco. Devia ter matado muito mais. É incrível, porém verdadeiro nos avisos que ele está antecipando... Nesta semana tentei comentar isso em uma fala. Embargou-me o raciocínio. Calei. Faço o mesmo agora.
POSTA RESTANTE
EmailEsta semana iniciou a divulgação dos Prêmios Nobeis de 2018. Parece que a Ciência continua masculina: Medicina: dois homens; Física: dois homens e uma mulher; Química: dois homens e uma mulher. Assim nos três prêmios das Ciências: 6 homens e duas mulheres. Situação que causou comoção: depois de 55 anos uma terceira mulher é laureada em Física em universo de 210 premiados. Esta manhã foi anunciado o Nobel da Paz para um homem e uma mulher.  
EmailNesta quarta-feira, entre viagens de 7 e 8 horas estive cerca de 12 horas em Cascavel, onde falei para cerca de uma centena de professores de Química numa atividade muito bem organizada pelo núcleo de Cascavel da Secretaria Estadual de Educação do Paraná patrocinada pela Itaipu Binacional.
Email Esta manhã estive no Colégio Martin Luther em Estrela (claro que lembrei de namorada que era interna ali há mais de meio século) para participar da atividade brinquedos de antigamente. Joguei bolita (ou bolinha de gude) com meu neto Felipe. Como há setenta ano, hoje, também demonstrei a minha falta de expertise que me levou a perder para o Felipe.
Email Nesta segunda-feira inicio um périplo por três cidades de Goiás, reeditando algo como a jornada goiana de 2015 quando estive em Urutaí e Formosa. Volto neste outubro às cidades de Anápolis, Inhumas e Goiânia.