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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

25* Natal também podia chamar-se: dia da saudade

Porto Alegre Ano 4 # 1240

Esta edição natalina não poderia ser diferente. Falar de ontem. Aliás, há poucas datas em que o dia que lhes antecede parece ser mais importante que a comemoração da data em si. Certamente em toda nossa infância nunca houve data tão esperada quanto a véspera de Natal. Mas hoje é Natal dia em que recordamos natais que estão próximos e outros que tempo já desbotou. Há alguns que mesmo remotos parecem que foram deste século.

Quem viu cair ontem, entre 08-14horas, mais de 45 ml/m2 não poderia imaginar que a meia tarde fosse ensolarada e que a noite fosse procedida de um pôr-do-sol onde natureza pincelou o firmamento com um gama maravilhosa se cores.

As chuvas determinaram alteração no local das comemorações na Morada dos Afagos. Ao invés de engalanarmos uma araucária semeada em 1999, quando do nascimento da Maria Antônia, a primeira neta, enfeitamos a escada, recordando uma madeira que foi árvore.

A recordação de outros 24 de dezembro deu emoções a este de 2009. Assim, ao ver ontem as alegrias de filhos, genros, noras e netos não houve como não lembrar as noites de 24 de dezembro de minha infância. Também a essas evocações se juntam as da adolescência e aquelas em que, já maduro, levava meus filhos para celebrar a vigília natalina à Montenegro, na casa de meus pais. Desses momentos alguns deles guardam as melhores evocações da noite santa.

Neste 2009 mantivemos uma tradição que já ocorre há alguns anos. Meus filhos participam ao meio dia de uma confraternização na casa de sua mãe. O entardecer é a celebração na Morada dos Afagos e depois a noite há encontros com as famílias de alguns deles. Como no ano passado, após a celebração aqui fomos a uma festa na casa do Clarissa e do Carlos na zona Sul. O Bernardo e da Carla que vivem em nosso arrabalde, generosamente nos liberraam de depois de deixarmos a casa da Clarissa, às 2h da madrugada de hoje, de participar da ceia natalina deles.



Na celebração na Morada dos Afagos estavam o Bernardo, a Carla e a Maria Antônia; o André, a Tatiana e o Pedro; a Laura, o Gabriel e o Antônio; a Ana Lúcia, o Eduardo e o Guilherme; a Clarissa, o Carlos e Maria Clara; e, a Júlia e o Benjamim, estes depois de alguns natais ausentes, por morarem em Paris. Tínhamos ainda como convidados especiais a Liba e a Sílvia. Convidáramos também a Neusa e a Clarinha com familiares, mas estes não puderam vir.

A nossa estreia na experiência com amigo secreto, que narrei aqui no dia 13, em um ‘Natal (quase) sem consumismo’ foi um sucesso.

Houve algumas infrações às normas, com presentes laterais. Por exemplo, A Clarissa e o Carlos regalaram à Gelsa e a mim com quadros onde estão cinco fotos de nossos cinco netos.



Uma pequena seleção de fotos nesta edição diz de alguns momentos do evento na Morada dos Afagos.





















Mas na festa na casa da Clarissa e do Carlos vivi uma experiência inédita. Se esse ano em mais de um momento fui estepe na substituição de palestrantes, já no começo desta quinta-feira travesti-me pela primeira vez de papai-noel. Dizem que soube me impor com sucesso às crianças e também ensejei aos adultos a posar com um papai-noel emocionado.

Encerro essa edição com a frase que faço encerramento ao retribuir mensagens recebidas. “Desejo, a ti e aos teus, muitas alegrias nos dias de festas que vivemos e que 2010 seja pleno de realizações, às quais associemos juntos redobrados cuidados com o Planeta”. Ainda um convite: amanhã a dica de leitura sabe a viagens. Um feliz Natal

6 comentários:

  1. Meu grande Mestre Chassot! O Papai Noel assumiu ares chassotianos nesse Natal, pelo que se vê. E os pequeninos(assim como os grandalhões) se mostraram envolvidos com a figura. Meus votos de que a família toda tenha festas que prenunciem as boas realizações do ano que impieza nas proximas horas. Um grande abraço do JB, desde Concórdia, cujo nome bem se coaduna com o momento.

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  2. Muito querido Jairo,
    Primeiro obrigado por romperes o convívio com os teus familiares nas festas natalinas aí em Concórdia, para deixar-me esse comentário prenhe de afeto.
    Realmente, não imaginava que já 70tinha, fosse fruir da experiência de ser Papai Noel no começo desta quinta-feira. Ver crianças tremerem e adulto se perfilarem respeitosos é algo importante para verificarmos a força dos adestramentos míticos. É fácil entender a força que têm os ministros religiosas sobre as consciências dos homens e mulheres e também das crianças. Recebi ontem as mais sinceras e atemorizadas promessas de crianças ante a minha proibição:”Não podes mais chupar dedo!”
    Que 2010 – que será um ano DEZ– seja pleno de Concórdia e de Amor.
    Um afago carinhoso para ti e para os teus
    attico chassot

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  3. Mestre Chassot, é incrível analisarmos uma coisa: ao falrmos em Natal, a figura mais recorrente na mente da população é o Papai Noel, e não o primo/unigênito divino.
    A celebração em minha casa foi agradável, e conseguimos reduzir o consumismo a níveis baixíssimos.
    Ótimo dia.

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  4. Meu caro Marcos,
    realmente o menino da manjedoura é o grande olvidado. Vibro com a notícia que o Natal de vocês tenha sido agradável e que baixaram o consumismo.
    Na expectativa de um sábado com tua dica de leitura.
    Uma boa noite
    attico chassot

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  5. Querido Chassot,
    Fiquei muito alegre ao ver suas fotos e saber que seu natal foi especial. Adorei o papai Noel!
    Que 2010 só nos traga alegrias, leituras, escritas e muita PAZ.

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  6. Muito querida Joélia,
    obrigado por participares de meu Natal, que teve o meu inédito ser Papai Noel. Espero que tu, com o Ítalo, estejam curtindo o Henrique nesses dias festivos.
    Um afago com carinho do
    attico chassot

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