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sábado, 4 de maio de 2013

04.- PEQUENO PRÍNCIPE, SETENTINHA


ANO
7
www.professorchassot.pro.br
EDIÇÃO
2467
Neste final de abril O Pequeno Príncipe completou 70 anos. Nada mais merecida que a celebração seja o ícone desta blogada sabatina, usualmente dedicada a leitura. A edição, é claro, se trasveste, não assumindo o perfil de ‘dica de leitura’ pois certamente não há leitor que não tenha fruído este livro e conheça o seu autor.
Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry (Lyon, 29 de junho de 1900 - Mar Mediterrâneo, 31 de julho de 1944) foi um escritor, ilustrador e piloto, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe.
O Pequeno Príncipe é o livro mais vendido e traduzido no mundo — e só fica atrás da Bíblia. O livro já vendeu mais de 143 milhões de cópias e foi traduzido em nada menos de 257 idiomas e dialetos. As crianças brasileiras conheceram o principezinho com dois anos de atraso, em 1945.
Em sete décadas de vida, o livro "O Pequeno Príncipe" colecionou muitos fãs, crianças e adultos, que vivem citando frases da história como um ensinamento ou uma lição — quem já não leu algo como
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas
De tão famosa, a frase ganhou vida e significados próprios. E pouca gente ainda se lembra do personagem que a disse pela primeira vez. Por tal selecionei mais três frases lapidares. Destas não só trago o personagem no contexto do livro, como ilustrações do autor.
A propósito, lembro que nos anos 70, 'O Pequeno Príncipe' tinha o apelido de 'livro de miss'. Era invariável que as candidatas a miss ao serem entrevistadas pelos jurados sobre um autor, um livro ou referir uma frase, não dava outro,
Toda história tem um começo: Tudo começou quando, em uma viagem aos Estados Unidos para se tratar dos vários acidentes que sofreu durante a guerra, Saint-Exupéry ganhou um livro muito especial de uma amiga, só para passar o tempo: era “A Pequena Sereia”, de Hans Christian Andersen. Inspirado, ele também quis escrever uma história e, depois de ganhar tintas aquarela, estava prontinho para ilustrar essa aventura.
Como Saint-Exupéry já tinha escrito outros livros, sua editora sugeriu que ele escrevesse uma historinha de Natal. Dizem que ele se inspirou em seu irmão caçula, François, para criar o primeiro esboço do menininho que se tornaria o Pequeno Príncipe. Na hora de desenhar, filhos dos amigos viravam modelos. Para criar o tigre da história, Saint-Exupéry estudou o cachorro boxer de uma amiga, e a tão famosa ovelha do livro foi inspirada em... um poodle! 
FONTES: Correio Brasiliense, Folha de S. Paulo (arte das três frases) Wikipédia (biografia).
. O essencial é invisível aos olhos.

11 comentários:

  1. Meu querido companheiro, cada vez com maior intensidade eu me encanto com a extensão e qualidade temática de teu blog! Com minha grande admiração e imenso carinho, tua assídua leitora.Gelsa

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  2. Um clássico é uma obra prima patrimônio da humanidade. Por isso me insurgi aqui recentemente contrario ao movimento criado para "corrigir" Monteiro Lobato.

    Abraços

    Antonio Jorge

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  3. Meu caro Mestre Chassot,
    escrevo para aderir ao preciso e reconhecido comentário da professora Gelsa ”a extensão e qualidade temática de teu blog!” Digo-me que sou um comentarista bissexto aqui, mas leitor diário. Na adesão a sua encantada companheira, olho apenas uma semana de blogadas e vejo o acerto na referência dela à extensão de assuntos.
    No domingo a emocionante (e sociológica) domingueira pelo dia da sogra.
    Segunda-feira: o bem posto comentário sobre a ‘exportação’ brasileira de igrejas.
    Terça-feira uma aula sobre CLT.
    Quarta-feira, a oportuna (e mais dolorosa) comemoração do dia do Trabalho, com Bangladesh é aqui e denunciar grifes famosas que usam trabalho escravo.
    Quinta-feira viajamos á Roraima juntos com o senhor e um rei (que não imaginava pudesse ser chefe da igreja luterana).
    Na sexta-feira devo uma confissão: vejo por toaa a parte estes tais de QR Code e não sabia o que era; não só sou alfabetizado neles como tambem em quipus.
    Hoje esta emocionante recordação de O Pequeno Príncipe, onde as frases trazidas me levaram a matar saudades de minha adolescência.
    Felizardo que é alimentado com os saberes de cada dia do mestre chassot
    A gratidão de
    L L L

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    1. Estimado Laurus,
      obrigado por teu generoso comentário. Agradeço também por fazeres por mim a blogada de amanhã.
      A gratidão do
      attico chassot

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  4. Lia, a Ilíria que ainda lê4 de maio de 2013 09:25

    QUERIDO MESTRE:
    A radicalidade do ser terna e eternamente responsável por aquele que cativamos é cura, é Cuidado.
    Grande e carinhoso abraço: Lia, a Ilíria que ainda lê

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Limerique

    Que não seja então bem uma dica
    Mas já que está deixemos que fica
    Esse fabuloso escritor
    Cansado, ou o que for
    Virou Zé Perri e mora em Floripa.

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  7. Ao fazer a leitura desta blogada sabatina e ver algumas falas de personagens do livro Pequeno Príncipe, me recordei da fala de outro personagem, este um sertanejo brasileiro. Me refiro a Riobaldo, de Grande Sertão: Veredas (Guimarães Rosa, 1956), que nos apresenta uma pérola: "Mestre, mestre é aquele que de repente aprende". É assim que vejo o professor Chassot, que em todas as oportunidades se coloca como o aprendiz que apreende, para logo depois ensinar.

    Sou grato pelos muitos ensinamentos "disseminados" por você.

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  8. Ao mestre Chassot: Considero este livro uma parábola. O pequeno príncipe é um daqueles livros que você pode ler reler de novo, que terá sempre algo novo para aprender. olha mestre dentro de cada um de nós sempre tem um pequeno príncipe,pois ser adulto o tempo todo,agir como adulto todo tempo isso não cativa a ninguém. "tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" Um abraço Ley

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  9. Rebeca, filha da Lia4 de maio de 2013 15:59

    Realmente, mestre Chassot, o Pequeno Príncipe é muito cativante. É inspirador e encantador. Nos dá esperanças para escrever nossos próprios livros e pensar que eles também poderão ser muito inspiradores para os outros. Muito bonito o que o senhor escreveu hoje. Abraços da Rebeca, a filha da Lia, a Ilíria que ainda lê

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    1. Rebeca querida,
      uma nova comentarista merece uma celebração.
      É bom tê-la aqui evocando o 15MAR13 quando nos conhecemos na URI.
      Com amizade e admiração
      attico chassot

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