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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

09.- Agora: os áureos guapuruvus.

Ano 6

www.professorchassot.pro.br

Edição 1924

Há alguns dias (30OUT2011) falando da beleza primaveril de Porto Alegre fiz um ensaio imagético 30.- Sob/sobre jacarandás. Agora há uma nova presença majestosa: os guapuruvus.

Esta árvore imponente de 20 a 30 metros é a árvore Símbolo de Florianópolis, capital do vizinho estado Santa Catarina – este registro é uma homenagem ao Jair Lopes, de Floripa, editor do Blog que Pensa www.jairclopes.blogspot.com e assíduo comentarista aqui– é conhecida ali por guarapuvu, garapuvu, guapiruvu, garapivu e guaburuvu. Aliás, esta planta medicinal (usada nos acidentes com cobras) da família das fabáceas é conhecida por outra litania de nomes: ficheira, bacurubu, badarra, bacuruva, birosca, faveira, pau-de-vintém, pataqueira, umbela ou ainda "pau-de-tamanco". Esta que se vê na foto vejo de meu ‘scriptórium’ está próxima da igreja da Piedade, na Rua Cabral com a Paraguai.

Ontem pela manhã estive no Centro Universitário Metodista, do IPA para participar de uma das sessões do VI SALÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO que começou hoje e estende até sexta-feira. Ali, já no amealhar lembranças em rituais de despedidas, cliquei um imponente guapuruvu presente no estacionamento. Meu colega Norberto Garin é autor da outra foto, acompanhado meu clicar.

Na primeira sessão do VI SICE o prof. Garin e eu, acolitatos pelo meu aluno de do curso de Ciências Biológicas Marcelo Alvares Pasquetti, avaliamos cinco dos seis trabalhos inscritos.

O primeiro foi MERCADO DE TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL E O PROCESSO DE SUPERVISÃO DE ESTÁGIO apresentado pela acadêmica do curso de Assistente Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul: Andréia Gama Maio.

O relato de pesquisa número dois foi EMPREGABILIDADE EM JOVENS ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA ESTADUAL SANTOS DUMONT uma pesquisa de Betina Gadret do curso de Administração do Centro Universitário Metodista, do IPA.

O terceiro trabalho: INSERÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VIA TELETRABALHO: ESTUDO COMPARATIVO LUSO-BRASILEIRO não foi apresentado.

O trabalho número quatro foi a significativa pesquisa AVANÇOS E DESAFIOS DA LEI MARIA DA PENHA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL na qual é a apresentadora (uma das coautoras) foi Beatriz de Moraes Vieira Bosner, do curso de Assistente Social da PUCRS.

O trabalho seguinte foi: PERCEPÇÃO DOS DISCENTES SOBRE INFLUÊNCIA DE UMA IES NA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS SOCIOAMBIENTALMENTE RESPONSÁVEIS resultado da pesquisa de Alexander Almeida Cramer, formando do curso de Administração do IPA.

O último dos trabalhos apresentado foi PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO DAS TRAVESTIS E TRANSEXUAIS DA REGIÃO SUL produzido por um grupo de pesquisa UFRGS/IPA e apresentado por Igor Garber Simões do curso de Psicologia do IPA.

Depois de ouvirmos e questionar as apresentações orais, o Garin e eu ainda conhecemos os pôsteres de cada um dos trabalhos. Pode-se verificar que tivemos uma manhã substanciosa.

Há noite, nas duas turmas de Conhecimento, Linguagem e Ação Educativa ocorreu a primeira sessão do seminário de pesquisa para apresentação dos trabalhos, que tem como pergunta genérica: Como transformar um saber primevo em saber escolar. Tanto na turma de Ciências Biológica e Educação Física como na de Música e Pedagogia houve trabalhos muito relevantes, a pergunta genérica se fez especifica com saberes populares de cada um dos alunos dos quatro cursos.

Em função do feriado da próxima terça-feira, uma segunda rodada só ocorrerá no dia 22. Pretendo então falar, aqui, um pouco mais sobre alguns dos trabalhos.

3 comentários:

  1. Caro Chassot,

    as fotos dos guapuruvus sintetizam, com rigor, o que a paisagem de Porto Alegre mostra nesta primavera. A árvore do IPA é esplêndida e contra o verde das outras árvores e o céu azul ficou magnífico: parabéns pela postagem de hoje. Também foi um privilégio ter compartilhado contigo a sessão n. 1 do VI SICE: pudemos constatar que essa meninada tem o tino da pesquisa.

    Votos de uma ótima quarta-feira!

    Garin

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  2. Caro Chassot,
    Obrigado por ter homenageado a árvore símbolo da capital dos Barrigas Verdes. Essa bela espécie da nossa flora quase foi extinta em virtude de seu uso para confecção de canoas de pesca. Por ter o tronco reto e quase sem galhos, madeira dura, resistente à água e de boa flutuabilidade, durante muitos anos, foi utilizada para construção das ditas canoas de um só tronco dos pescadores daqui e de quase todo o sul do país, então, foi necessária uma ação do estado proibindo seu corte e uso a fim de preservá-la. Abraços catarinas de um paranaense, JAIR.

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  3. Meus caros Garin e Jair,
    obrigado por um e outro curtirem comigo os guapuruvus que enfeitam as nossas Porto Alegre e Floripa e muitas outras paisagens primaveris,

    attico chassot

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