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quinta-feira, 23 de junho de 2016

23.- Acerca de um estar manauara (quase) relâmpago


ANO
 10
MANAUS –AM
"Metrópole da Amazônia”
EDIÇÃO
 3180

Na última edição falava acerca da primeira das três capitais de estados amazônicos — Macapá — neste meu tríplice périplo na segunda quinzena junina. Depois dos cinco dias amapaenses, voltei a Porto Alegre na segunda-feira; nesta quarta, quase meio dia, cheguei a calorosa capital do Amazonas.
Agora, ao anoitecer de quinta, registro um ‘missão cumprida’ e preparo-me para nesta madrugada voltar à Porto Alegre. Minha vinda aqui foi para o júri de qualificação da tese doutoral de minha orientanda Irlane Maia, professora da UFAM, que ocorreu com muito êxito esta manhã. Com a avaliação muito crítica e competente da banca formada pelos professores doutores Wagner Rodrigues Valente (UNIFESP), Manoel do Carmo (UNINORTE), Luiz Carlos Jafelice (UFRN), Josefina Barrera Kalhil (UEA) e Edineide Jezine (UFPB) a Irlane recebeu sinal verde, aditado de excelentes sugestões, para prosseguir no seu trabalho “Saberes que sabem à Extensão”.
Na noite de ontem, aproveitando mais uma de minhas estadas em Manaus, proferi a palestra “O que Ciência, afinal?” para cerca de 150 alunas e alunos e vários professoras e professores no Fórum das Licenciaturas da Universidade Federal do Amazonas.
Mais do que falar nas belezas manauaras, vistas de relance em uma estada aqui de menos de 40 horas trago um pentafoto com cinco evocações presentes na Wikipédia.
Do topo, em sentido horário: Encontro das Águas (algo impactante, que já visitei mais de uma vez); Teatro Amazonas (ícone da riqueza produzida pela borracha); vista geral da cidade (que me encantou / me encanta nas diferentes vindas aqui); Arena da Amazônia (obra faraônica construída para a Copa e que será usada nas Olimpíadas para as ‘provas’ de futebol) e Ponte Rio Negro (a mais recente obra imponente que recebeu a cidade, que cruzei ida e volta, uma vez).


2 comentários:

  1. Loivo José Welter26 de junho de 2016 11:19

    O saber popular nasce da necessidade de conseguir-se auto manter dentro de um ambiente. Este processo ocorre através da interação entre homem e ambiente que ele habita. Quero aqui destacar, como se dá este processo de saber de um pescador, como ele compreende, analisa e absorve o que é de fundamental para sua manutenção e do meio que habita. O pescador ao estar em seu ambiente de trabalho, ele simplesmente não só trabalha, mas vive uma intensa harmonia com o meio, se tornando uma só, totalmente inserido. Neste momento da interação acontece a compreensão do funcionamento do sistema, que nada mais é que o saber. Como pescador, fico muito feliz que tem pessoas com sensibilidade de compreender a importância dos saberes de todas as comunidades tradicionais, pois na visão de um simples pescador, que o resgate e a valorização desses saberes, servem de ponta de partida para pesquisas e a fundamentação e compreensão de outras. Parabéns à professora Irlane e mestre Chassot pelo tema da tese.

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  2. Loivo José Welter26 de junho de 2016 11:27

    O saber popular nasce da necessidade de conseguir-se auto manter dentro de um ambiente. Este processo ocorre através da interação entre homem e ambiente que ele habita. Quero aqui destacar, como se dá este processo de saber de um pescador, como ele compreende, analisa e absorve o que é de fundamental para sua manutenção e do meio que habita. O pescador ao estar em seu ambiente de trabalho, ele simplesmente não só trabalha, mas vive uma intensa harmonia com o meio, se tornando uma só, totalmente inserido. Neste momento da interação acontece a compreensão do funcionamento do sistema, que nada mais é que o saber. Como pescador, fico muito feliz que tem pessoas com sensibilidade de compreender a importância dos saberes de todas as comunidades tradicionais, pois na visão de um simples pescador, que o resgate e a valorização desses saberes, servem de ponta de partida para pesquisas e a fundamentação e compreensão de outras. Parabéns à professora Irlane e mestre Chassot pelo tema da tese.

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