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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Tem mais igrejas e templos do que escolas e hospitais,

 

16/02/

2024

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EDIÇÃO

 

  ANO 17

LIVRARIA VIRTUAL

  3.343 

T16/02/2024 ** BRASIL Tem mais igrejas e templos do que escolas e hospitais, aponta IBGE

Esse anúncio do IBGE  — poderia de per si — ser a blogada de hoje: De acordo com a análise dos números, o País possuía 579,8 mil estabelecimentos religiosos em 2022 enquanto havia 264,4 mil de ensino e 247,5 mil de saúde.

  O Brasil tem mais igrejas e templos do que escolas e hospitais somados. São 580 mil instituições religiosas de diferentes religiões contra 264 mil instituições de ensino e 247 mil unidades de saúde, que totalizam cerca de 512 mil estabelecimentos. É o que mostram os novos dados do Censo 2022, divulgados pelo IBGE, no início deste fevereiro de 2024. 

Pela primeira vez, o   IBGE mapeou as coordenadas geográficas e os tipos de edificações dos 111 milhões de endereços cadastrados na pesquisa.

A região Norte é a que tem mais igrejas e templos se comparado ao contingente de pessoas. Ao todo, são 79 mil 650 igrejas, uma média de mais de 450 para cada 100 mil habitantes.

Já a região Sul tem a menor proporção por 100 mil habitantes – são 226 templos. Em números absolutos, o estado de São Paulo tem o maior número de estabelecimentos religiosos – entre igrejas, templos, sinagogas e terreiros, de todas religiões: quase 84 mil. Mas, também é o estado paulista que tem o maior número de escolas, quase 41 mil; e hospitais, quase 57 mil.

Em relação as regiões, o Nordeste aparece em primeiro com mais de 98 mil unidades de educação em relação ao número de domicílios, seguido pelo Sudeste com quase 86 mil.

O gerente do Cadastro de Endereços do IBGE, Eduardo Baptista, afirma que o levantamento pode ser uma ferramenta importante para o planejamento urbano e para a criação de políticas públicas específicas.

Em relação a outros tipos de endereços no Brasil, a grande maioria é formada de domicílios particulares, ou seja, casas e apartamentos. Em segundo lugar, estão os estabelecimentos comerciais com "outras finalidades", como comércio, prédios culturais ou públicos.

Enquanto o Sudeste é a região mais povoada, o mapa do IBGE mostra áreas onde não há ocupação, concentradas no Norte, especialmente no oeste de Roraima e em grande parte do Amazonas.

  • Algumas igrejas há que parecem já existir, caso uma leitora/um leitor quiser abrir uma igreja é recomendável evitar a binomialidade; por tal consulte a lista. Em edições futuras prometo ampliar facilidades e vantagens de abrir uma igreja. Templo de Salomão São Paulo SP Brasil

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 Igreja da Água Abençoada
- Igreja Adventista da Sétima Reforma Divina
- Igreja da Bênção Mundial Fogo de Poder
- Congregação Anti-Blasfêmias
- Igreja Chave do Éden
- Igreja Evangélica de Abominação à Vida Torta
- Igreja Batista Incêndio de Bênçãos
- Igreja Batista Ô Glória!
- Congregação Passo para o Futuro
- Igreja Explosão da Fé
- Igreja Pedra Viva
- Comunidade do Coração Reciclado (o pessoal do Greenpeace frequenta essa)
- Igreja Evangélica Missão Celestial Pentecostal
- Cruzada de Emoções
- Igreja C.R.B. (Cortina Repleta de Bênçãos)
- Congregação Plena Paz Amando a Todos
- Igreja A Fé de Gideão
- Igreja Aceita a Jesus
- Igreja Pentecostal Jesus Nasceu em Belém (do Pará?)
- Igreja Evangélica Pentecostal Labareda de Fogo
- Congregação J. A. T. (Jesus Ama a Todos)
- Igreja Evangélica Pentecostal a Última Embarcação Para Cristo
- Igreja Pentecostal Uma Porta para a Salvação
- Comunidade Arqueiros de Cristo
- Igreja Automotiva do Fogo Sagrado
- Igreja Batista A Paz do Senhor e Anti-Globo
- Assembléia de Deus do Pai, do Filho e do Espírito Santo
- Igreja Palma da Mão de Cristo
- Igreja Menina dos Olhos de Deus
- Igreja Pentecostal Vale de Bênçãos
- Associação Evangélica Fiel Até Debaixo D’Água
- Igreja Batista Ponte para o Céu
- Igreja Pentecostal do Fogo Azul
- Comunidade Evangélica Shalom Adonai, Cristo!
- Igreja da Cruz Erguida para o Bem das Almas
- Cruzada Evangélica do Pastor Waldevino Coelho, a Sumidade
- Igreja Filho do Varão
- Igreja da Oração Eficiente
- Igreja da Pomba Branca
- Igreja Socorrista Evangélica
- Igreja ‘A’ de Amor
- Cruzada do Poder Pleno e Misterioso
- Igreja do Amor Maior que Outra Força
- Igreja Dekanthalabassi
- Igreja dos Bons Artifícios
- Igreja Cristo é Show
- Igreja dos Habitantes de Dabir
- Igreja ‘Eu Sou a Porta’
- Cruzada Evangélica do Ministério de Jeová, Deus do Fogo
- Igreja da Bênção Mundial
- Igreja das Sete Trombetas do Apocalipse
- Igreja Barco da Salvação
- Igreja Pentecostal do Pastor Sassá
- Igreja Sinais e Prodígios
- Igreja de Deus da Profecia no Brasil e América do Sul
- Igreja do Manto Branco
- Igreja Caverna de Adulão
- Igreja Este Brasil é Adventista
- Igreja E.T.Q.B (Eu Também Quero a Bênção)
- Igreja Evangélica Florzinha de Jesus
- Igreja Cenáculo de Oração Jesus Está Voltando
- Ministério Eis-me Aqui
- Igreja Evangélica Pentecostal Creio Eu na Bíblia
- Igreja Evangélica A Última Trombeta Soará
- Igreja de Deus Assembléia dos Anciãos
- Igreja Evangélica Facho de Luz
- Igreja Batista Renovada Lugar Forte
- Igreja Atual dos Últimos Dias
- Igreja Jesus Está Voltando, Prepara-te
- Ministério Apascenta as Minhas Ovelhas
- Igreja Evangélica Bola de Neve
- Igreja Evangélica Adão é o Homem
- Igreja Evangélica Batista Barranco Sagrado
- Ministério Maravilhas de Deus
- Igreja Evangélica Fonte de Milagres
- Comunidade Porta das Ovelhas
- Igreja Pentecostal Jesus Vem, Você Fica
- Igreja Evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo
- Igreja Evangélica Luz no Escuro
- Igreja Evangélica O Senhor Vem no Fim
- Igreja Pentecostal Planeta Cristo
- Igreja Evangélica dos Hinos Maravilhosos
- Igreja Evangélica Pentecostal da Bênção Ininterrupta
- Assembléia de Deus Batista A Cobrinha de Moisés

Assembléia de Deus Fonte Santa em Biscoitão
- “Igreija” Evangélica Muçulmana Javé é Pai
- Igreja Abre-te-Sésamo

- Igreja Assembléia de Deus Adventista Romaria do Povo de Deus
- Igreja Bailarinas da Valsa Divina
- Igreja Batista Floresta Encantada

- Igreja da Bênção Mundial Pegando Fogo do Poder
- Igreja do Louvr
– Igreja Evangélica Batalha dos Deuses
- Igreja Evangélica do Pastor Paulo Andrade, O Homem que Vive sem Pecados
- Igreja Evangélica Idolatria ao Deus Maior
- Igreja MTV, Manto da Ternura em Vida
- Igreja Pentecostal Marilyn Monroe
- Igreja Quadrangular O Mundo É Redondo

- Igreja Evangélica Florzinha de Jesus

- Igreja Pentecostal Trombeta de Deus (Samambaia -DF)
- Igreja Pentecostal Alarido de Deus (Anápolis -GO)
- Igreja pentecostal Esconderijo do Altíssimo (Anápolis -GO)
- Igreja Batista Coluna de Fogo (Belo Horizonte -MG)
- Igreja de Deus que se Reúne nas Casas (Itaúna -MG)
- Igreja Evangélica Pentecostal a Volta do Grande Rei (Poços de Caldas -MG)
- Igreja Evangélica Pentecostal Creio Eu na Bíblia (Uberlândia -MG)
- Igreja Evangélica a Última Trombeta Soará (Contagem -MG)
- Igreja Evangélica Pentecostal Sinal da Volta de Cristo (Três Lagoas -MS)
- Igreja Evangélica Assembléia dos Primogênitos (João Pessoa -PB)
- Ministério Favos de Mel (Rio de Janeiro -RJ)
- Assembléia de Deus com Doutrinas e sem Costumes (Rio de Janeiro -RJ)

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

A noite em que ninguém dormiu!

 

09/02/2024

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EDIÇÃO

 

  ANO 17

LIVRARIA VIRTUAL

  3.342 

           i09/02/2024 Depois de uma celebrada última edição  — Bons e maus exemplos: na hora da tormenta, a gente descobre quem é quem — quando então quebramos uma abstinência de seis edições, voltamos a mais edição deste fevereiro canicular. O reflexivo texto de nossa última fora publicado em 20/01/2024, por Juliana Bublitz, Editora do Informe Especial de Zero Hora. Hoje se atende a pedidos de leitores e se faz central aqui, pela segunda vez consecutiva, um texto da mesma articulista: A noite que ninguém dormiu, acenado na última blogada aqui fora publicado em Zero Hora em 17/01/2024.

POR FAVOR: imagine girado 90 graus

Antes de trazer o texto já anunciado é significativo referir a solidariedade de colegas e amigos. Na região onde eu moro (Rio Branco) a passagem da tempestade arrancou jacarandás da altura de edifícios de sete andares. Tenho num sétimo piso uma horta-jardim  onde tenho amoreira, pitangueira, araçazeiro; jabuticabeiras butiazeiro, videiras, palmeiras… todas resistiram impávidas. Tenho dois conjuntos de mandacarus  alguns com cerca de cinco metros. Destes de cada conjunto perdi um dos menores.

Não foi sem razão que minha amiga Ivone Conceição Fossa,escreveu: Mestre, na noite do temporal, eu não estava em Porto Alegre!! Fiquei muito preocupada com todos meus amigos!! Este blog é a essência do Mestre!!

Depois deste preâmbulo, envolvidos votos de paz e saúde nestes dias momescos, ofereço a meus leitores o anunciado texto:  A noite em que ninguém dormiu! 

Veio com tudo. E foi assustador. A fúria do clima recaiu sobre o Rio Grande do Sul na noite deste 16 de janeiro de 2024, derrubando árvores, destelhando casas, paralisando cidades, levando ao menos uma vida. Em Porto Alegre, revivemos o pavor da tempestade de 2016. Foi uma madrugada insone e tensa. 

Pela janela do prédio, vi os jacarandás da altura do edifício, no bairro Menino Deus, onde moro, sacudindo como se não fossem de madeira. O vento era tão forte que os troncos vergavam. Pareciam feitos de papel, frágeis e instáveis, fazendo lembrar que somos nada diante da força da natureza e dos eventos extremos de um clima em mutação. 

Pedras de gelo despencaram sobre a urbe. A chuva vinha de todos os lados. A luz foi-se em minutos (até eu conseguir chegar à redação de GZH, às 7h desta quarta-feira (17), não havia perspectiva de retorno). Ruas e avenidas viraram rios barrentos. Ao lado de casa, uma árvore de quase 10 metros foi arrancada pela raiz e cobriu toda a via. 

Algo aconteceu no telhado. A água começou a gotejar no quarto, no corredor, no apartamento dos vizinhos. Baldes, panos. Rápido. Acabou a bateria do celular. Restou o rádio, com as informações atualizadas pela Gaúcha. Menos mal. Na rua, vizinhos tentavam chegar, alguns com água pela cintura. Outros saíam para ajudar. A solidariedade que vimos em 2016, veja só, parecia estar de volta. 

- Está tudo bem?- Vamos puxar aquele galho? Será que posso passar aqui? - Cuidado, melhor fazer o retorno, a água bate na porta do carro! Nessas horas, a gente passa a acreditar que a humanidade ainda tem jeito, até que a vida volte ao normal.

Algo aconteceu no telhado. A água começou a gotejar no quarto, no corredor, no apartamento dos vizinhos. Baldes, panos. Rápido. Acabou a bateria do celular. Restou o rádio, com as informações atualizadas pela Gaúcha. Menos mal.

Na rua, vizinhos tentavam chegar, alguns com água pela cintura. Outros saíam para ajudar. A solidariedade que vimos em 2016, veja só, parecia estar de volta. - Está tudo bem?- Vamos puxar aquele galho?- Será que posso passar aqui?- Cuidado, melhor fazer o retorno, a água bate na porta do carro! Nessas horas, a gente passa a acreditar que a humanidade ainda tem jeito, até que a vida volte ao normal outra vez. Aí, seguimos sem olhar para o lado, sem dar atenção àquela noite insone e assustadora que, um dia, será apenas uma lembrança ruim.


sábado, 3 de fevereiro de 2024

Bons e maus exemplos

 

      03/02/2024

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EDIÇÃO

 

      ANO 17

LIVRARIA VIRTUAL

  3.351 

                                   

03/02/2024 Esta é a edição inaugural de 2024. Estou silente neste espaço desde a última edição de 2023, em 29/12/2023 e vivemos já o primeiro do ano. Peço aos meus leitoras e leitores a compreensão pela ausência de postagem. Foram cinco sextas-feiras com sofridas saudades de blogar.

Janeiro pareceu célere, Ele será memorizado por mais das tempestades que sobrevivemos. Ficar sem energia elétrica, água, internet, sem acesso ao smartphone por quatro ou cinco dias ou mais não é algo trivial. Estando já no terceiro destes catastróficos dias tinha uma consulta médica; para me deslocar precisei descer sete andares.  Estando no Hospital Mãe de Deus com exigências de novos exames, o médico optou por uma hospitalizou por quatro dias. Estes passados já tinha passado o mega apagão na minha região, assim não precisei ascender os sete andares. Volto a assuntar temporais ainda nesta blogada.

Na área acadêmica  as produções são mais difíceis. Convivo com Parkinson há 10 anos; nunca o freezing (= travamento do Parkinson)* tem feito de um marcha lenta. Nesta situação foi exitoso diálogo com a Profa. Dra. Cristiana Callai, Professora Associada II da Universidade Federal Fluminense - INFES/UFF  Programa de Pós-Graduação em Ensino - INFES/UFF. Produzimos um texto de quase 20 páginas acerca de Alfabetização Científica para crianças dos anos iniciais do ensino fundamental, que será submetido a Revista Linhas.

* Os episódios de travamento limitam a mobilidade de uma pessoa com Parkinson e podem contribuir negativamente, resultando em uma socialização reduzida e uma qualidade de vida mais baixa.

Além disso, o travamento pode ser perigoso: aproximadamente 38% das pessoas com Parkinson caem a cada ano, e o travamento aumenta o risco de quedas, pois ocorre sem aviso prévio. Quedas podem causar problemas de saúde adicionais, incluindo ossos quebrados ou ferimentos na cabeça.

Antes de oferecer aos leitores e às leitoras o reflexivo texto Bons e maus exemplos: na hora da tormenta, a gente descobre quem é quem de Juliana Bublitz, Editora do Informe Especial de Zero Hora, publicado em 20/01/2024 (vale ler também, a publicação da mesma jornalista no dia 17/01/2024, do texto A noite que ninguém dormiu, no mesmo jornal) ofereço sumarentos araçás vermelhos de meu jardins fotografados pelo meu filho André, que este fim de semana está comigo

Há  situações extremas, como a tempestade severa que atingiu o Rio Grande do Sul na última semana, servem, ao menos, para alguma coisa: no caos, descobrimos “quem é quem”. É nos momentos de crise, não na normalidade, que se multiplicam os bons e os maus exemplos. Cada um de nós reage de uma forma às catástrofes. A sociologia dos desastres é farta em estudos sobre o assunto. Há os que crescem em altruísmo, magnânimos, solidários, prontos a ajudar. Todos nós conhecemos alguém assim. É aquele vizinho que se envolve desde o início e que puxa o mutirão para apoiar quem perdeu tudo no bairro. É o desconhecido que empresta a escada, a senhora que oferece o copo d’água, o anônimo que pergunta como você está. Na falta de luz, mercado de bairro cria espaço para carregar celular  Nas pequenas localidades, todos se conhecem. Nas grandes cidades, não é assim. Muitas vezes, você mal sabe quem é o morador ao lado. Não importa. Na hora mais difícil, ele vai aparecer. E vai fazer a diferença. Talvez ele seja você. Há, também, os que se tornam apáticos na crise. Em geral, nem sequer são vistos. Ficam paralisados diante dos estragos. Sentem-se impotentes. Preferem recolher-se e esperar. Não atrapalham, mas também não têm a mesma capacidade agregadora dos que estão na dianteira. Por fim, há aqueles que querem tirar vantagem da situação. Sempre há.  São tipos variados. Um deles é o que se aproveita do caos para ganhar dinheiro em cima da desgraça alheia. Este é pior de todos. Você sabe: é o comerciante que triplica o preço das garrafas de água, dos sacos de gelo e dos pacotes de velas, quando esses produtos são essenciais para quem vive o momento difícil. É o dono do hotel que aumenta o valor da diária para potencializar os ganhos, afinal, “o capitalismo é assim mesmo”. É proprietário da padaria que decide desligar as tomadas para que os clientes não fiquem ali, ocupando mesas para recarregar  os telefones, consumindo pouco e gastando energia “de graça”.Quando tudo isso passar, lembremos de quem fez a diferença. Eu, por exemplo, não pretendo esquecer de Juliano Bernardon, dono do Tradicional, um simpático mercadinho no bairro onde moro, em Porto Alegre. Juliano viu que a vizinhança estava em apuros com os celulares desligados. Então, instalou uma régua com dez plugues junto a duas mesas na parte externa do estabelecimento. Ele chegou a ir a sete postos de combustível atrás de diesel para manter em funcionamento o gerador - e, assim, garantir energia para seu negócio e para os clientes, que viraram amigos, enternecidos com o gesto solidário e gentil. Para a nossa sorte, há muitos Julianos por aí, gente que “faz o bem sem olhar a quem”, que ajuda a unir as pontas do tecido social e amarrar firme essa coisa que chamamos de sociedade. São essas pessoas que merecem a nossa consideração, não as outras que, por alguns trocados, perderam a chance de mostrar grandeza. Como o temporal nos obrigou a aprender a viver sem ele.