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sexta-feira, 26 de novembro de 2021

BlackFriday: DIA DE LAUDAÇÃO MAIOR AO DEUS MERCADO

ANO 16     ******  EDIÇÃO 2025 

A blogada de encerrar novembro é prenhe de emoções. Por tal, anuncio uma edição tecida no alinhavar sumarentas emoções.Não deixa de ser significativo um desses patrolamento que o deus Mercado faz de algo que se comemorava no Brasil, numa imitação dos estadunidenses; afinal, deles nós não aprendemos apenas o Halloween. Se perguntarmos: Qual a origem desta tão badalada Black Friday? não serão muitos os que associam ao Dia Nacional de Ação de Graças comemorado na última quinta-feira de novembro (ou se quisermos ser mais precisos: na quinta-feira faz transição do ano litúrgico, com o começo do período do Advento, com a preparação do Natal. Nos Estados Unidos esta festa é conhecida como Thanks Given Day, quando entre outras coisas se come peru e se troca presentes. Como comércio pode ter sobras das ofertas para compra de presentes e muitos trocam os presentes. A sexta-feira que sucede essas comemorações é um dia de grande movimento no comércio; é isso que nós assistimos, quando nem sequer se faz referência (eu pelo menos não vi ninguém celebrar, este ano, o Dia Nacional de Ação de Graças, que entre nós já teve até patrocínio de um banco) apenas ouvimos referir à comercial Black Friday.

Esta foi uma semana de cinco lives e uma banca. Quase ao pôr do sol desta sexta-feira fiz uma fala inserta nas comemorações dos 50 anos de criação do Curso de Química na Universidade Federal de Viçosa. O Professor Vinícius Catão sugeriu e mediou as discussões da fala: Uma brecha entre nosso passado e o nosso futuro. Na segunda-feira, em atividade organizada pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro campus Duque de Caxias discuti: A alfabetização científica -- que tem como pré-requisito a alfabetização digital -- é um direito universal. Na terça-feira, à tarde, trouxe esta mesma discussão em uma atividade do Instituto Federal do Mato Grosso, no Câmpus de Cuiabá. Ainda na noite de terça-feira, no IF Goiano, no câmpus de Urutaí, fiz uma das palestras mais requisitadas do meu portfólio: A ciência é masculina? É, Sim senhora! Lamentavelmente por problemas com a plataforma escolhida a atividade foi muito prejudicada. Manifestei então e ratifico aqui: Estou disponível, ainda neste mês de dezembro a repetir a palestra, até para aplacar minha frustração. Na quarta feira,  numa promoção do Programa de pós-graduação em Ensino de Ciências, no câmpus de São Luís da Universidade Federal do Maranhão defendi, uma vez mais, o direito universal à alfabetização científica. 

Parece importante afirmar (mesmo que dispensável para aqueles que me acompanham há mais tempo) que em todas as minhas falas uso como prefácio e também como posfácio, como antídoto às políticas bolsonaristas que degradam o meio ambiente a encíclica laudato si’ do Papa Francisco.


Mas, maior emoção do que nessas cinco lives há um registro maior, em outra dimensão que merece narrar: Ontem, quinta feira, 10 minutos depois de terminar uma banca que envolveu toda manhã, (inclusive cancelei a minha ida à academia) sai sob um sol intenso e VINTE minutos depois de sair de casa já estava  vacinado no Centro de Saúde Santa Cecília (cerca de 01 quilômetro da minha casa) depois de atravessar as múltiplas sinaleiras do complexo viário que há sobre a avenida  Protásio Alves! Às 11h45min já estava mais uma vez em casa, O sol do meio-dia, sem os ventos de finados, fez uma temperatura de 32 graus agradável para fazer a minha pequena maratona. É muito bom ter feito a dose de reforço. Está aumentada a esperança de vencer o vírus.

Após tão significativo registro cabe narrar alguns eventos, nada triviais, que emolduraram os fazeres dessa semana, antes descritos. À noite de domingo, recebi a querida visita do Professor Guy Barcellos. Primeiro fomos à Avenida Mauá para ver os imponente murais, inaugurados na semana anterior. Foi uma linda visita, que merece ser repetida, mas a pé para melhor curtir os múltiplos painéis. Depois, aproveitando temperatura amena, saboreamos jantar supimpa com bom vinho sob parreira na qual já abundam muitos cachos. Na noite de terça-feira recebi a Márcia, minha personal trainer, há mais de uma dezena de anos, acompanhada do Emerson, seu marido. A comida foi apetitosa mas não podemos fruir dos bucólicos cenários dos jardins pois os ventos de finados não deram tréguas. 

Ainda cabe o registro de dois mimares: 1) os Professores Edson e Alana, do Instituto Federal do Sul, IFSul, Câmpus de Bento Gonçalves, retribuíram, de uma maneira muito significativa e carinhosa, uma fala eu fiz na semana passada para o curso de pedagogia defendendo o direito de uma alfabetização científica para todos.  Remeteram uma cesta (aprendi que uma caixa, mesmo que não nada parecidas às cestas que nossos ancestrais usavam, por exemplo, para colheita da uva podem ser chamadas de cestas) contendo muitos quitutes de  mais diferentes espécies geleias, cremes, biscoitos e é claro uma garrafa de vinho de Bento Gonçalves a embalagem era muito bonita e acompanhada de um querido cartão agradecendo ter estado no IFSul, câmpus Bento Gonçalves. Sou imensamente agradecido por tão amável momo. 2) Ontem recebi, enviado pelos meus colegas Gustavo e Frederico, da Escola Sesc Rio de Janeiro, o livro Aula núcleo de Ciências da natureza: espaço de inovação, diálogos e práticas interdisciplinares. Se diz, em uma dedicatória: sua produção é uma inspiração. Acompanhava o livro uma camiseta do caminho das Ciências, no qual figuro. Estes mimos só ajudam a querer bisar a residência que fiz em tempos pré pandêmicos. Só que agora pensaria um mês e não uma semana como antes.


Agradeço, uma vez mais, ao meu colega e ex-aluno Jairo Brasil que soube driblar obstáculos oferecidos pelo blogspot. Ele editou e postou esta edição.


sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Ao Mestre com Carinho

19 NOVEMBRO 2021

ANO 16     *************   EDIÇÃO 2024 

A blogada do dia da bandeira nacional -- da qual eles se adonaram -- não vai comemorar festejamentos próprios de tolos que alardeiam o fim da pandemia. Há pelo menos ser solidários com os europeus. Também não vou celebrar a completação do 20o mês de confinamento na Morada dos Afagos, situada em um país governado por um troglodita genocida. 

Hoje dou voz a dois colegas que queridamente me emocionaram. Ontem à noite recebi a chamada para mais uma edição da Revista da Sociedade Brasileira de Ensino de Química SBEnQ  http://sbenq.org.br/revista/index.php/rsbenq/issue/view/3 na sessão PALAVRA ABERTA está esta chamada:


Quando ainda recordo emocionado o 13 de março 2021, com aquela memorável celebração organizada por colegas da Unipampa, câmpus Uruguaiana, que culminou com lançamento virtual de um Festschrift, que mais recentemente se materializou em uma produção da Editora da Unijuí, já bibliografia de seminários. Depois, em 26 de outubro do mesmo 2021 houve uma carinhosa homenagem no 40o EDEQ organizado pelo curso de Química da UPF. 

Agora mais uma vez uma pergunta aflora: se no meu vestibular de 1961 eu tivesse  conseguido traçar uma elipse com tinta nankin e fosse aprovado no curso de Engenharia?  Se eu tivesse passado no vestibular de Engenharia, faço agora uma previsível hipótese: eu seria alguém triste, pois não teria experimentado os sabores de ser professor

Agradeço, uma vez mais, ao meu colega e ex-aluno Jairo Brasil que soube driblar obstáculos oferecidos pelo blogspot, e editou e postou esta edição


sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Uma Releitura nada Trivial

 12 de NOVEMBRO 2021

ANO 16     ********  EDIÇÃO 2023

Esta é a primeira postagem que faço depois dos rituais comemorativos ao início de minha 83a volta ao redor do sol. Foi um legítimo kerb (KERB, festa típica de origem alemã, que objetiva a comemoração de inaugurar uma igreja; além de representar a confraternização das famílias) que durou do anoitecer de sexta-feira ao pôr-do-sol de domingo. Reunimo-nos na casa da Clarissa em Capão da Canoa. Foi minha primeira confraternização com filhas e filhos, noras e genros,  netas e netos e minha irmã Clarinha depois de quase dois anos. Juntos revivemos histórias familiares. Recebi centenas de mensagens. Sou devedor de agradecimentos. 

Nesta nova jornada heliocêntrica a vida continua…  ainda mais plena de emoções. Esta manhã, participei de uma banca de qualificação de doutorado na Universidade Federal do Amazonas e não teve como não evocar que foi à UFAM minha última viagem pré-pandêmica, na segunda semana de março de 2020, quando participei do lançamento de um livro, do qual sou coautor com a professora Irlane e ministrei duas aulas inaugurais para turmas de medicina. Desde há 20 meses não fiz mais nenhuma viagem. 

A banca de qualificação desta manhã de maneira privilegiada também me fez evocar as minhas duas estadas diferentes no cenário de gestação da tese doutoral: o Instituto de Educação Superior de Parintins da Universidade  Estadual do Amazonas onde há o Laboratório de Saberes Primevos. Privilegiado pela ubiquidade, foi ali que reencontrei a querida Célia, a primeira doutora que orientei na Reamec.

Nesta semana envolvo-me na redação de um prefácio atendendo solicitação do meu colega Jorge Messeder IFRJ campus Nilópolis. Para encerrar o blogar desta semana, ofereço uma palhinha.

Por outro lado, temos que considerar que existe uma realidade, nunca dantes presente entre os humanos, há milênios: agora, em muitas situações, são os mais novos que ensinam os mais velhos, até porque filhos e netos, hoje, muitas vezes, são detentores de conhecimentos que os pais e os avós não têm e portanto já parece natural que netos ensinem a seus avós

Como epílogo desde prefácio, permito-me reler a historieta que aprendi com o professor Nélio Bizzo, que há muitos anos narro ao destacar o valor dos saberes primevos. Hoje trago uma narrativa com versão diferente. Até agora narrava o seguinte: em um barco havia um homem de 40 anos com seu filho de sete anos e seu pai de 70 anos. O barco está afundando. O homem de 40 anos é o único que sabe nadar e só pode salvar a nado uma pessoa. Quem salvará o seu pequeno filho ou o seu pai? A história que se diz ser de matriz africana se completa dizendo que não havia dúvida devia ser o velho a ser salvo, pois era detentor de conhecimentos muito importantes para comunidade ágrafa, enquanto menino era apenas um livro em branco.


Penso em cada um de nós não usaria mais esse argumento para salvar o velho, pois o menino, muito provavelmente de tem conhecimentos que são mais importantes para comunidade se comparado com os conhecimentos que são importantes para comunidade e, portanto diríamos que se devesse salvar o menino e não o velho.




   Agradeço, uma vez mais, ao meu colega e ex-aluno Jairo Brasil que soube driblar obstáculos oferecidos pelo blogspot, e editou e postou esta edição.


sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Já visitaste alguma vez tua DN?

 ANO 16     *************   EDIÇÃO 2022 

Uma vez mais, como há alguns anos, cumpro rituais que estão insertos em meus fazeres: postar uma edição do blogue. Em anos mais recentes a frequência é semanal. Lateralmente me ocorre registrar ao postar uma edição semanal do blogue, não raro me parece desacreditar que houve  tempo que este blogue era diário. Hoje uma edição semanal me parece um fazer árduo e mais de uma não cabe em minha agenda.

É usual fazer esta postagem ao entardecer de cada sexta-feira. A escolha de data e hora tem justificativas. Estive, em 2014, uma única vez, na hora do início do shabath judaico, no Muro das Lamentações, em Jerusalém. A imersão em rituais sagrados de fiéis dos três maiores monoteísmos abraâmicos não me fez incólume a emoções. Meus sentimentos afloraram emocionados. A maneira judaica de marcar o término / o início dos dias da semana amplia emoções e justifica a hora da postagem.

É salutar partilhar momentos significativos com as quase 200 pessoas que a cada dia me visitam aqui. É isso que faço agora: à próxima madrugada completo a minha 82ª volta ao redor do sol, para  no momento imediato iniciar a 83ª. Esta constatação me remete a minha DN (=data de nascimento, solicitada a toda hora de nosso cotidiano): 06/11/1939. De vez em vez, eu, e certamente a maioria de meus leitores, viaja a seu DN e dá asas à imaginação.


Eu, nesse momento, viajo (ao dia 06 de novembro de 1939) à Estação Jacuí.  No lugarejo há uma Oficina muito movimentada da Viação Férrea do Rio Grande do Sul. Um número significativo da população é ferroviária e habita em dois conjuntos de casas geminadas. Na casa 9 de um conjunto de dez ‘casa de material’  (no outro conjunto as casa são de madeira) mora um casal que é alienígena. Vieram morar aqui, recém casados, oriundos de outras geografias. Ele é marceneiro da Oficina. Minha mãe, nascida Maria Clara Volkweiss, antes de casar, fora professora em uma escola multisseriada do município de Montenegro. São dos poucos que em casa falam alemão. Este idioma está proibido. Recém começou uma Segunda Guerra Mundial, que duraria até 1945 (termina a Guerra Civil Espanhola, 1936-1939). 

A mulher está grávida. É sua primeira gravidez. Em Estação Jacuí, uma localidade pertencente à paróquia de Restinga Seca, então distrito de Cachoeira do Sul, não havia recursos para uma parturiente dar à luz com cuidados especiais. À madrugada nasceu um menino. 

Meu pai, Afonso Oscar Chassot, talvez não soubesse então que, há quase 100 anos, seu tataravô  Jean Chassot ou João Chassot, 42 anos (os prenomes dos Chassot foram então aportuguesados) chegou com sua mulher Nanette Torche, 32 anos, e seus filhos: Francisco (14), Denis (13), Jules ou Júlio (11), Genoveva (9 e meio), Constantino (8), Pedro (6) e Luisa (1 ano e meio). Jean Chassot, agricultor suíço de Vuisternens-devant-Romont, do cantão de Fribourg é o pai de Jules   o meu tataravô  que chegou  em 10 de novembro de 1855, com 11 anos .

Neste 06/11/1939 há algo muito original, que eu não sei explicar: no mesmo dia do meu nascimento, meu pai, talvez tendo conseguido carona em um dos trem que passava pela Estação Jacuí, foi à Restinga Seca, para registrar seu primogênito:  sou o registro de nascimento 5.555 do Cartório Distrital Magoga de Restinga Seca.

 Vou fazer do celebrar com gratidão pelo ser longevo, minha primeira confraternização com filhas e filhos, noras e genros,  netas e netos e irmã depois de quase dois anos   mesmo sabendo que cuidados são exigíveis pois a pandemia não terminou .

Agradeço a cada uma e a cada um dos meus leitores a companhia na visitação do meu DN. Sou particularmente grato ao meu colega e ex-aluno Jairo Brasil que soube driblar obstáculos oferecidos pelo blogspot.


sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Ano 16 *** UM TRÍDUO TRILEGAL *** Edição 2021 Esta já é a quinta e a última blogada de outubro 2021. E uma vez mais, ela se tece com excertos do diário de um viajor (em tempos pandêmicos), que viveu, ou melhor conviveu, com um tríduo sumarento na terça, quarta e quinta-feira. Na terça-feira, ‘dei uma aula’ na 40ª edição do Encontro de Debates de Ensino de Química. (40 EDEQ). Tinha tudo para estar emocionado. Já na segunda-feira, assistindo a conferência inaugural proferida pelo Prof. Otávio Maldaner se evocou mais de uma vez o primeiro Edeq, que o Prof. Maurivan e eu organizamos na PUC-RS, em dezembro de 1980. Desde então, a cada ano, em uma universidade do Rio Grande do Sul participei da organização e estive presente em todos encontros. Não houve encontro no ano passado e ora, três Universidades (PUC-RS, UPF e UFFS) organizaram o 1o EDEQ virtual. Eu tinha sobejas razões para estar emocionado no fazer uma das conferências. Evoquei a situação de não se poder profetizar na própria casa. A emoção foi potencializada quando a Profa. Clóvia Mistura, da UPF, mediadora da palestra, anunciou, ao encerrar a apresentação que a seguir seria prestada uma homenagem para mim. Embarquei-me, com justa razão. Não foi trivial fazer a defesa de uma proposta, recém encharcado de tantos acarinhamentos.VIDEO O segundo dia do tríduo foi na quarta-feira. Mais uma vez grandes emoções. Agora, em outra dimensão. Aceitara, há meses, fazer a conferência do III PROQUIMICA, na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) em Jequié BA. Só na noite de terça me dei conta que o evento era organizado para a área de profissionais da Química e não para a Educação Química. E a palestra era na manhã seguinte. Lembrei-me de odioso preconceito, há muito me alfinetado: “Quem sabe faz; quem não sabe ensina!” Fui marcado por cuidados. A Profa. Joélia Barros, mediadora de minha fala, disse ao final que os elogios foram os maiores. Tudo se fez com Ciência. Ontem, quinta-feira, o terceiro dia do tríduo que despede outubro foi com dose tripla. Entre as 15h e as 20h, de maneira ininterrupta, viajei de uma Porto Alegre açoitada pelos ventos de finados, a Vila Velha no Espirito Santo, onde por clique de mouse, fui ejectado à Teresina no Piauí, para ao pôr do sol ir a Marbá PA. Cinco horas, três eventos em três estados, quase sem tempo para levantar da cadeira. Detalho: minha primeira atividade tarde foi participar do Seminário do IFES que neste semestre a cada quinta-feira discute dois capítulos do Festschrift. Só pude participar da primeira hora. Não foi trivial ter que antecipar minha saída. Em Terezina cabia proferir a conferência magna do 1o Simpósio Piauiense de Ensino de Ciências e Matemática na contemporaneidade. O evento teve a participação da Universidade Federal do Delta do Parnaíba e mais de uma dezena de instituições de ensino superior da região. A solenidade iniciou com Carlos Pontes e seu violão de músicas nordestinas. Houve após a respeitosa oitiva do hino estadual do Piauí. Minha aula foi mediada pela professora Georgia Tavares, que fez uma muito emocionante narrativa de meu fazer educação há 60 anos. O terceiro momento da dose tripla foi no Laboratório Indisciplinar que ocorre quinzenalmente com meus orientandos. Como vários já concluíram as disciplinas (também espaços privilegiados para reencontros) a informalidade deste espaço mesmo que virtual é salutar. No encontro de ontem se fez uma síntese das três falas antes referidas. Agora que venha novembro já com sabor de fim de ano, para despedir esse anômalo 2021.