Nesta terça-feira inauguro, aqui, maio. Ele já ordena nossos fazeres
desde domingo, quando nos sequestrou um feriado. Na dimensão política do país
maio não será menos inóspito que abril, que despedi com uma blogada lúgubre no
sábado.
Deixo de lado, por ora, amargores políticos ao ver fluir já o
quarto mês alijado de sala de aula. A agenda é promissora se considerar que na
dita ‘Pátria Educadora’ é tempo de vacas magras, que determinam, também, cortes
em palestras agendadas.
Nesta quinta vou à Tramandaí, a convite de meu ex-aluno Prof.
Dr. Roniere Fenner, falar na Licenciatura da Educação do Campo da UFRGS.
Nos dias 10 e 11 estarei em Rio Grande para ministrar o
minicurso História e Filosofia da Ciência catalisando a indisciplinaridade na V Semana Acadêmica da Escola de Química e Alimentos da FURG.
Esta edição já circulava quando recebi
convite do Prof. Dr. Jarbas Santos Vieira, do Programa Pós-Graduação em
Educação da Universidade Federal de Pelotas para antecipar minha viagem à Zona
Sul e na manhã de segunda-feira, dia 9, falar na ‘Semana de Conversações’ no Programa
de Pós Graduação em Educação da UFPel.
No dia 20, volto ao Centro Universitário
Metodista do IPA para proferir palestra “A arte de escrever Ciência com Arte”
no Mestrado Profissional de Reabilitação e Inclusão.
No dia 23 tenho a tarde um minicurso e à
noite palestra na PUC-PR em Curitiba. No dia 24 estarei na UFPR-Campus Litoral
em Matinhos, onde terei encontro com professores e à noite faço palestra.
Assim meu maio acadêmico — que estreou
ontem com minha presença virtual na qualificação da doutoranda Ethel Oliveira da
Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, no polo de Manaus — oferecerá
oportunidades com desejados reencontros docentes e discentes. E isso é bom.